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                                                                 Ordens da Saúde passam a participar
                                                                 nas inspeções da ERS
                                                                 As ordens da Saúde, entre as quais a Ordem dos Médicos, dos
                                                                 Enfermeiros e dos Farmacêuticos, vão poder participar nas inspeções
                                                                 e fiscalização realizadas pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
                                                                 Num comunicado, a reguladora informa que assinou dois
                                                                 protocolos de colaboração com as ordens para facilitar “a partilha de
                                                                 conhecimento e de recursos, humanos e técnicos, tendo em vista
                                                                 o bom exercício das suas atribuições”. Em particular, “procurar-se-á
                                                                 criar, paulatinamente, uma bolsa de peritos especializados, que
                                                                 possam vir a integrar as equipas de intervenção da ERS no terreno,
                                                                 sempre que tal se revele útil”, lê-se na informação.
                                                                 Fonte:  Univadis, 22 de novembro de 2016




              Ministério da
              Saúde vai revitalizar
              a carreira de
              Administração
              Hospitalar
              O Ministério da Saúde quer revitalizar
              a carreira dos administradores
              hospitalares que apesar de definida
              desde 1980 não tem sido aplicada   ACSS cria nova plataforma sobre equipamentos
              no recrutamento, admissão e        médicos pesados
              progressão dos profissionais
              habilitados. Assim, e no sentido de   A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) desenvolveu uma plataforma que
              promover a sua revisão, a tutela   disponibiliza a georreferenciação dos equipamentos médicos pesados (EMP) existentes
              criou um grupo de trabalho que terá   em Portugal e em funcionamento nas unidades hospitalares pertencentes ao Serviço
              como função a “análise, revisão    Nacional de Saúde (SNS). Com este mecanismo é possível identificar, dentro da rede
              e implementação da carreira de     hospitalar, o parque de equipamentos médicos, distribuído por administração regional de
              Administração Hospitalar, no sentido   saúde (ARS), concelho ou mesmo por agrupamento de centros de saúde (ACES).
              de repor o seu funcionamento para   Pode aceder à localização de ressonâncias magnéticas, câmaras hiperbáricas,
              os efeitos que estiveram na sua    angiógrafos, entre outros, e consultar o hospital onde os mesmos se encontram,
              génese”.                           bem como o número de equipamentos naquela unidade.
              Fonte: Univadis, 14 de novembro de 2016  Fonte: Univadis, 25 de outubro de 2016




                                                         Hospitais vão ter plano de três anos
                                                         para substituir equipamentos obsoletos
                                                         O défice de 248 milhões de euros do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2016,
                                                         que vai ficar 69 milhões de euros acima do previsto, é “um dos melhores saldos”
                                                         nos últimos anos, defendeu esta segunda-feira no Parlamento o ministro da Saúde,
                                                         Adalberto Campos Fernandes. Ouvido nas comissões parlamentares do Orçamento,
                                                         Finanças e da Saúde ao longo de cinco horas, o governante anunciou um plano, até
                                                         2019, para o reequipamento dos hospitais, numa altura em que se multiplicam as
                                                         críticas e já houve demissões por causa da degradação da capacidade de resposta
                                                         devido à obsolescência de alguns aparelhos.O plano “temporizado” para reequipar
                                                         os hospitais vai ser financiado com recursos próprios e fundos comunitários. No
                                                         espaço de três anos, permitirá a aquisição de vários equipamentos pesados, como
                                                         aparelhos para a realização de ressonâncias magnéticas, TAC e outro tipo de exames.
                                                         “No final de 2019 teremos condições para renovar a plataforma tecnológica do SNS,
                                                         ajustando-a às necessidades dos portugueses”, assegurou.
                                                         Fonte: Público, 14 de novembro de 2016



                                                                  REVISTA PORTUGUESA DE GESTÃO & SAÚDE • N.º 20  35
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