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NOTÍCIAS
Indicadores de tempo de espera
para cirurgia agravam-se
Aumentou a mediana do tempo de espera para a Lista de Inscritos em
Cirurgia (LIC), bem como a percentagem de inscritos que ultrapassou
os Tempos Máximos de Resposta Garantidos (TMRG), segundo o
Relatório Síntese da Atividade Cirúrgica Programada referente a 2015.
Os dados publicados pela Administração Central do Sistema de
Saúde (ACSS) revelam que a mediana do tempo de espera da LIC
era de 3,1 meses no final de 2015, mais 3,3% do que em 2014,
que registava 3%. Já a percentagem de inscritos que ultrapassam os
TMRG era se 12,2% no final de 2015, contra os 12% em 2014.
Fonte: Univadis, 04 de outubro de 2016
Orçamento prevê exames
e análises nos centros de saúde
O Governo quer passar a ter disponíveis nos centros de saúde os chamados
meios complementares de diagnóstico e de terapêutica. Esta é uma das
medidas previstas no Relatório do Orçamento de Estado para 2017, que não
refere que tipo de exames médicos ou análises estão em causa.
O que acontece actualmente é que, quando um utente do centro de saúde
precisa de fazer um exame, por exemplo, uma mamografia, ecografias
ou análise sanguínea que ajude o médico a definir o seu diagnóstico, é
encaminhado para instituições privadas de saúde com quem o Estado tem
acordos (as chamadas convenções). O Governo refere no documento a
intenção de “introduzir novas respostas” destes meios nos centros de saúde.
Miguel Guimarães apresenta
Fonte: Público, 14 de outubro de 2016
candidatura à Ordem dos Médicos
Depois de Álvaro Beleza ter anunciado a sua candidatura a
bastonário da Ordem dos Médicos em início de setembro, pelo
Facebook, o também médico Miguel Guimarães avançou na tarde
desta segunda-feira com a apresentação do seu programa eleitoral
na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. “Servir os
médicos e a medicina portuguesa” são as razões para disputar as
eleições que acontecem a 19 de Janeiro de 2017, disse Miguel
Guimarães ao PÚBLICO.
Fonte: Público, 3 de outubro de 2016
ADSE vai ser instituto Médicos que
público de gestão participada optem por zonas
carenciadas passam
A ADSE vai ser um instituto público de gestão
participada, com participação dos beneficiários, a receber incentivos
e será tutelado pelos ministérios das Saúde e das de mais de 40%
Finanças, anunciou ontem o ministro da Saúde, sobre o salário
na Comissão Parlamentar de Saúde (CSP).
Adalberto Campos Fernandes informou os Os médicos que decidirem trabalhar
deputados de que o projeto de diploma sobre nas zonas carenciadas vão passar
o novo modelo do subsistema de saúde dos a ter direito a um aumento de
funcionários públicos irá em breve ser apreciado 40% sobre o salário, a mais férias,
em reunião de secretários de Estado e que dias para fazer investigação
o Governo pretende que possa produzir efeitos e preferência nos concursos
a partir de janeiro de 2017. para progressão na carreira.
Fonte: Univadis, 28 de Setembro de 2016 Fonte: Univadis, 16 de Setembro de 2016
REVISTA PORTUGUESA DE GESTÃO & SAÚDE • N.º 20 13

