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6 PRÁTICA CLÍNICA
Paula Leiria Abordagem
Pinto multidisciplinar da
doença respiratória
crónica
A Imunoalergologia do Hospital de Dona Estefânia realizou a
sua 4ª Reunião no dia 22 de maio de 2015, em Lisboa, no Hotel
VIP ART’s, que teve por objectivo divulgar o estado de arte do
conhecimento e as boas práticas na abordagem da doença
respiratória crónica (DRC). Esta iniciativa insere-se no âmbito
da estratégia definida pelo Serviço, de aposta na promoção da
excelência da formação.
O tema da Reunião, “Doença EQUIPA DO SERVIÇO DE IMUNOALERGOLOGIA DO HOSPITAL DE DONA ESTEFÂNIA DO CENTRO HOSPITALAR
Respiratória Crónica – uma DE LISBOA CENTRAL EPE
visão integradora” teve em
consideração o reconhecimento apresentação de casos clínicos, Concluída a pulmonar obstrutiva crónica
de que as doenças respiratórias nas sessões plenárias, e os reunião, o balanço é e síndrome de sobreposição,
crónicas (DRC) são um problema workshops do período da tarde, claramente positivo, as várias visões patogénicas,
de saúde. De facto, a OMS e a dedicados às provas de função pelo que vos deixo fenótipos e endótipos e seus
própria Direcção-Geral da Saúde respiratória e à terapêutica desde já o convite biomarcadores.
incluem as DRC nos programas inalatória foram estruturados de para a 5ª Reunião Foi ainda salientada a
de saúde prioritários, sendo disso modo a realçarem a aplicação, na da Imunoalergologia necessidade de aumentar a
exemplo o Programa Nacional prática, dos seus conteúdos. do Hospital de Dona acessibilidade às espirometrias,
para as Doenças Respiratórias, Relativamente às palestras, Estefânia, em 2016! nos cuidados de saúde primários,
presidido pela Prof.ª Doutora destaca-se a viagem na história de modo a contribuir para a
Cristina Bárbara, que participou da asma brônquica, doença precocidade do diagnóstico.
na dinamização e moderação
de uma das sessões, e que
recordou alguns dos objectivos
deste programa, “… reduzir em
10% a taxa de internamentos
por DRC; reduzir a morbilidade
e a mortalidade, por doença
respiratória, em 2%.”
Privilegiou-se a
multidisciplinaridade,
convidando especialistas com
diferentes formações, em
Imunoalergologia, Medicina
Geral e Familiar, Pneumologia,
Otorrinolaringologia e Pediatria,
figuras de referência nacionais,
o que consideramos ter sido
muito positivo por nos terem
trazido visões diferentes mas
naturalmente complementares,
contribuindo para a aquisição
dum conhecimento abrangente e
global da abordagem da doença
respiratória crónica, desde a
prevenção ao seu controlo.
Utilizaram-se metodologias
inovadoras e interactivas na
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