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O coordenador do Plano Nacional de Vacinação anteviu hoje que, em princípio, as primeiras vacinas contra a Covid-19 começarão a ser administradas à população de risco no início de janeiro, um ou dois dias após chegarem a Portugal.

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O secretário de Estado Adjunto e da Saúde (SEAS), Francisco Ramos, garantiu que a transição do Hospital de Braga para a esfera pública está a ser feita com “toda a tranquilidade e confiança”, reafirmando não haver postos de trabalho em causa.

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No âmbito de uma remodelação governamental, iniciada no passado domingo em cinco ministério, o Governo conta com dez novos secretários de Estado. Na Saúde, esses lugares serão ocupados por Francisco Ventura Ramos e Raquel Bessa de Melo.

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O ministro da Saúde disse hoje que não é sensível à “futebolização da política de saúde” e negou que o cirurgião Eduardo Barroso o tenha pressionado na escolha de dirigentes hospitalares.

Segundo notícias divulgadas pela imprensa, Eduardo Barroso terá tentado interferir nas nomeações da equipa dirigente para o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

Na audição que hoje decorre na comissão parlamentar de Saúde, Adalberto Campos Fernandes revelou ter convidado o atual administrador do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, Francisco Ramos, para a presidência do conselho de administração do CHLC, convite que foi aceite.

Segundo contou, Francisco Ramos terá tentado compor uma equipa e terá sido em resultado de um dos convites efetuado que a polémica surgiu.

Em causa está a escolha feita por Francisco Ramos para a direção clínica do Centro Hospitalar de Lisboa Central que, segundo a imprensa, terá recaído na anestesiologista Isabel Fragata.

O ministro reconheceu que a equipa que estava ser formada, a manter-se, iria “causar grande perturbação”.

Ao mesmo tempo, Francisco Ramos disse ao ministro da Saúde que teria tido muita dificuldade em “encontrar uma equipa estável”, tendo por isso retirado a sua disponibilidade para o cargo.

Adalberto Campos Fernandes recusou-se a mais comentários sobre Eduardo Barroso, tendo aproveitado para apresentar aos deputados o seu “enorme respeito” pelo cirurgião, que, segundo notícias divulgadas pela comunicação social, terá tentado inviabilizar a escolha da diretora clínica pretendida por Francisco Ramos.

O ministro escolheu entretanto Ana Escoval para substituir a ainda presidente do Centro Hospitalar de Lisboa Central, Teresa Sustelo, que colocou o seu lugar à disposição na sequência do caso do homem de 29 anos que morreu no Hospital de S. José, na madrugada de 14 de dezembro, com um aneurisma roto.

Lusa/Jornal Médico

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O administrador do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa congratulou-se na passada sexta-feira com o investimento tecnológico e de pessoal da saúde que a instituição recebeu, mas reconheceu as dificuldades que a falta de trabalhadores administrativos e operacionais causa à instituição.

“Há áreas que podem parecer menos importantes, mas são igualmente indispensáveis ao bom funcionamento das instituições”, disse Francisco Ramos aos jornalistas no final de uma cerimónia em que o ministro da Saúde entregou a medalha de Serviços Distintos Grau de Ouro ao IPO de Lisboa.

Francisco Ramos reconheceu que houve uma redução de recursos humanos, entre 2010 e 2014, mas que em 2015 esta situação melhorou, registando-se mais 40 trabalhadores do que no ano passado.

O administrador esclareceu que a falta de médicos nunca foi o maior dos problemas nesta área, mas sim ao nível das profissões de apoio, em que “houve reduções muito grandes, com mais dificuldades nas autorizações para recrutar”.

A cerimónia contou ainda com a inauguração de dois aceleradores lineares, que, ao juntarem-se aos quatro já existentes, “recompõem a capacidade do IPO de Lisboa em radioterapia”.

Este IPO deixa assim de precisar de recorrer a entidades privadas para assegurar este serviço aos seus doentes, o que deverá resultar numa poupança de três milhões de euros anuais.

Segundo Francisco Ramos, as duas máquinas irão responder a mais mil doentes por ano e assegurar uma resposta aos 3.000 que anualmente necessitam de receber radioterapia nesta instituição.

Por ano, o IPO de Lisboa recebe cerca de 6.000 novos doentes.

O administrador disse ainda que a instituição está a estudar uma eventual proposta para a compra de mais um acelerador nuclear.

Na cerimónia de dia 7 de agotsto, em que o ministro da Saúde e outros dirigentes do setor observaram os dois aceleradores nucleares, que custaram cerca de sete milhões de euros, a comitiva visitou ainda o serviço de ressonância magnética, onde está localizada uma nova máquina.

Trata-se da máquina mais avançada do país e que permite imagens de qualidade superior, tendo custado 1,4 milhões de euros.

No final da visita, o ministro da Saúde sublinhou o investimento que o IPO de Lisboa recebeu entre 2012 e 2014 e que rondou os 21 milhões de euros, os quais acrescem ao valor dos contratos-programa com a instituição.

Para Paulo Macedo, este investimento reflete “a aposta no serviço público”.

“Estes investimentos, não só tornam o IPO autossuficiente em imagem, como proporcionam uma poupança de três milhões de euros”, disse.

Sobre a falta de pessoal, o ministro reconheceu que “são precisas mais pessoas”, mas lembrou que nos últimos anos entraram na instituição “centenas de pessoas”.

“Houve redução de pessoas em termos absolutos, mas houve renovação do quadro médico e estamos a resolver questões pontuais”, adiantou, recordando que, só este ano, entraram para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) cerca de 5.000 pessoas.

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Radioterapia

Mais de mil novos doentes serão anualmente tratados no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, com os dois aceleradores lineares, cuja aquisição por quatro milhões de euros foi hoje assinalada na instituição.

Além da aquisição destes dois aceleradores lineares, que vai aumentar a capacidade da instituição na área da radioterapia, foi também hoje inaugurada a nova unidade de tomografia por emissão de positrões (PET) do serviço de medicina nuclear.

O IPO de Lisboa foi o primeiro hospital público a dispor de uma unidade PET, em 2003, a qual foi agora actualizada com um aparelho PET-CT, que é a mais moderna nesta matéria.

Para a chefe do serviço de medicina nuclear, Lucília Salgado, a inauguração deste novo equipamento – de grande relevância a nível do diagnóstico e orientação da terapêutica – representa o “início de uma nova era”.

“Maior acessibilidade, maior especificidade do diagnóstico, melhor serviço ao doente” foram algumas das vantagens enumeradas pela especialista.

Francisco Ramos, administrador do IPO de Lisboa, sublinhou a importância destes investimentos e sublinhou que esta renovação tecnológica foi acompanhada de obras de remodelação, com vista a proporcionar melhores condições para os doentes.

“Estamos a falar de investimentos em alta tecnologia que são caros, embora ninguém duvide da sua importância”, disse.

A propósito da aquisição dos dois aceleradores lineares, que se juntarão aos quatro que a instituição dispõe, o administrador disse que estes deverão chegar no final do primeiro trimestre de 2015.

Com estes dois equipamentos, a resposta do IPO de Lisboa deverá corresponder à procura, que actualmente se situa em mais de 3.000 novos doentes por ano.

Os quatro aceleradores garantem resposta a 2.000 novos doentes por ano, devendo os outros dois proporcionar diagnósticos a mais mil novos doentes.

Francisco Ramos diz que esta aquisição é ainda de “grande importância” para “o equilíbrio financeiro” da instituição, já que a aquisição de serviços de radioterapia a entidades privadas agravava a despesa do IPO de Lisboa.

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, esteve presente nesta cerimónia, destacando o facto do equipamento PET poder servir não só o IPO de Lisboa, mas também outras instituições, como o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN).

A nova PET “permite passar a capacidade de resposta de 1.500 exames por ano para 2.500 exames ano, o que em si mesmo é importante”, disse o ministro aos jornalistas.

Paulo Macedo enumerou ainda outros investimentos nesta unidade de saúde, como ao nível das enfermarias – num total de 2,5 milhões de euros.

O ministro mostrou-se “orgulhoso” por estes investimentos serem feitos numa época de crise, mas sublinhou que a procura de uma resposta à doença oncológica vai continuar a aumentar e que os serviços têm de estar para isso preparados.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.