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Conselho Popular

Mais de uma centena de pessoas manifestaram-se ontem em frente ao Centro de Saúde de Benavente, reclamando mais profissionais de saúde para um concelho que tem 8.000 utentes sem médico de família.

“É urgente, é urgente, mais profissionais de saúde em Benavente”, foi uma das palavras de ordem mais repetidas durante a manifestação que partiu do Hospital da Misericórdia e culminou junto das instalações do Centro de Saúde.

Domingos David, porta-voz da Comissão de Utentes da Saúde de Benavente (CUSB), promotora da manifestação, disse à agência Lusa que o que levou os manifestantes a saírem à rua foi o sentimento de que a situação dos cuidados primários no concelho “se arrasta há muito e não pode agravar-se mais”.

Segundo o porta-voz da CUSB, em Março vão sair mais duas enfermeiras e há a possibilidade de encerrar o posto de saúde de Porto Alto, agravando mais ainda uma situação que classificou de “dramática”.

“Nas freguesias de Barrosa, Benavente e Santo Estêvão dois em cada três utentes não têm médico de família e têm muitas dificuldades de acesso aos cuidados primários e familiares de saúde, sobrecarregando as urgências hospitalares, com acréscimo de custos e sofrimento para os utentes e suas famílias, e prejudicando o erário público”, afirmou.

Manuel Jacinto, 73 anos, inscrito no Centro de Saúde de Benavente, disse que foi à manifestação para demonstrar o seu descontentamento por, desde que ficou sem médico de família, ter de esperar meses por uma consulta ou ter de recorrer às urgências.

O presidente da Câmara Municipal de Benavente, Carlos Coutinho (que participou na manifestação juntamente com o presidente da Assembleia Municipal, António José Ganhão), frisou as dificuldades que vivem sobretudo os mais idosos, referindo em particular a falta de consultas de especialidade, que deixam sem acompanhamento diabéticos, hipertensos, grávidas e crianças.

Tanto Carlos Coutinho como Domingos David referiram as dificuldades em atrair profissionais de saúde quando não se conseguem formar Unidades de Saúde Familiar (USF), dado que estas oferecem condições mais vantajosas.

Carlos Coutinho disse à agência Lusa que o seu objectivo é conseguir formar uma USF em Benavente, a exemplo do que acontece em Samora Correia, onde existem os recursos necessários, e garantir o funcionamento das extensões de saúde que foram encerradas nos últimos tempos por falta de recursos humanos.

O autarca disse esperar que as medidas anunciadas pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, numa reunião realizada com a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo em Janeiro entrem, de facto, em vigor a curto prazo, como foi afirmado.

No final da manifestação, foi aprovada, por unanimidade, uma moção que reclama a “colocação urgente” de mais profissionais de saúde no concelho e a reabertura das extensões de saúde encerradas.

O texto, que vai ser enviado ao Governo e aos grupos parlamentares, entre outras entidades, frisa que a saúde é um bem precioso e consagrado constitucionalmente e que as pessoas têm de ser colocadas em primeiro lugar nas opções governativas.

A moção afirma que há dias em que o funcionamento do Centro de Saúde de Benavente “é caótico”, criando situações “desumanas” para os profissionais de saúde e com “contornos dramáticos e por vezes fatais” para os utentes.

A CUSB convidou os participantes no protesto a comparecerem na manifestação que está agendada para 7 de Março em Santarém e que irá juntar pessoas de todo o distrito em defesa dos serviços públicos.

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Mais de 50 unidades de saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo estão com um horário alargado, desde ontem e até ao fim de Fevereiro, para fazer face ao período mais intenso de gripe, de acordo com informação oficial.

Na página da internet da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, consta a lista de todas as unidades de saúde com horário alargado, na maior parte dos casos até às 22 horas, mas também com horários até à meia-noite (na zona de Sintra).

A grande maioria das unidades de saúde também vai estar aberta aos sábados, durante as próximas seis semanas, em horários que vão desde as manhãs ao dia inteiro (10-18 horas) e há ainda uma percentagem de unidades que vão funcionar igualmente aos domingos.

Num Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe, divulgado na semana passada, indicava-se que a actividade gripal foi alta na segunda semana de Janeiro, entre os dias 5 e 11.

O boletim, elaborado semanalmente pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), refere, no entanto, que a taxa de incidência da síndrome gripal baixou ligeiramente, face à primeira semana, dos 127,7 casos para os 119,7, por cada cem mil habitantes.

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Consulta

Os administradores hospitalares e o PCP defenderam ontem uma maior aposta nos cuidados de saúde primários para que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) responda mais eficazmente às necessidades dos portugueses, aliviando simultaneamente as urgências hospitalares.

Este consenso resultou de uma reunião pedida pelo grupo parlamentar do PCP à presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, Marta Temido.

No encontro, cujo intuito era discutir os problemas estruturais do SNS, foram lembrados episódios recentes em serviços de urgência hospitalares que mergulharam no caos, com sobrelotação dos serviços, longas horas de espera, macas nos corredores e falta de camas de internamento.

No final da reunião, Marta Temido explicou que procurou “dar a visão dos administradores hospitalares daquilo que são as causas dos problemas que têm surgido” e que considera não serem apenas casos pontuais.

“Há uma série de episódios que a todos preocupam, mas sabemos que não são apenas situações episódicas e estamos envolvidos em discuti-los, chegar às suas causas e resolvê-los ou propor soluções”, sublinhou.

Entre todas as causas que podem estar a contribuir para as “disfuncionalidades” – recursos humanos, formas de contratação, exclusividade de algumas profissões de prestação directa de cuidados ou financiamento hospitalar –, a responsável destacou a necessidade de “reforço de cuidados de saúde primários”.

Considerando que são várias as “áreas em carência e em que é necessária reestruturação”, Marta Temido salientou que “o grande acordo [com o PCP], em termos de opinião, foi o aspecto da necessidade do reforço dos cuidados de saúde primários e permitir que através da sua reestruturação, todo o SNS seja reforçado e responda mais eficazmente às necessidades assistenciais dos portugueses”.

Convergindo com esta ideia, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou que existe actualmente um “problema de distorção” em relação aos cuidados de saúde primários, que em termos médios deveriam resolver 70% dos casos e 30% deveriam ser resolvidos nos hospitais.

“Há aqui uma inversão: hoje 70% dos casos são resolvidos nos hospitais e 30% nos cuidados de saúde primários, o que resulta de políticas de desmantelamento de serviços de saúde, de abandono do interior particularmente, com toda a sobrecarga que resulta em termos hospitalares”, afirmou.

Jerónimo de Sousa destacou também os problemas de subfinanciamento do SNS, em especial dos hospitais e os problemas que resultam da redução drástica do número de médicos e de enfermeiros, mas salvaguardando a prioridade que deve ser dada aos cuidados de saúde primários.

“Quisemos ouvir uma opinião avalizada da associação dos administradores hospitalares, e verificou-se a convergência desta ideia central de que o Serviço Nacional de Saúde se defende com base nesta alteração, nesta ruptura que é preciso fazer com este caminho de abandono dos cuidados de saúde primários”, afirmou.

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Sinalética centro de saúde

A população da freguesia de Figueiró do Campo, Soure, vai promover hoje à noite uma vigília contra o que alega ser o encerramento anunciado da unidade de saúde local, que não possui médico de família.

A extensão de saúde de Figueiró do Campo encerrou em Agosto, quando a médica ali em serviço se aposentou, mas reabriu na semana passada, com consultas às quartas-feiras de manhã e quintas à tarde, "mas sem servir todos os utentes porque não há médico de família", disse ontem à agência Lusa Luís Lopes, da comissão de luta contra o encerramento da unidade.

"Os doentes crónicos têm de procurar médico de família noutro lado do concelho, seja em Soure, na Granja do Ulmeiro, Alfarelos ou Vila Nova de Anços", afirmou.

De acordo com Luís Lopes, a unidade de saúde – que funciona nas instalações da junta de freguesia – reabriu com consultas "por dois médicos diferentes" e com a alegada obrigatoriedade dos utentes terem de se inscrever noutras unidades para voltarem a ter médico de família "o encerramento vai ser uma realidade", acusou.

"Quiseram atirar areia para os olhos das pessoas. As outras unidades [da região] vão ter mais utentes inscritos e esta fica enfraquecida e acaba por fechar", resumiu.

Luís Lopes lembrou que aquando da aposentação da médica de família que ali prestava serviço a funcionária que prestava serviço administrativo também se reformou, mas a junta de freguesia e a autarquia de Soure "arranjaram uma administrativa" e a unidade de saúde, encerrada há três meses, acabou por reabrir.

A vigília contra o encerramento da unidade de saúde está agendada para as 21H00 de hoje, junto às instalações da junta de freguesia.

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CentroSaudeBaiao

Os presidentes das câmaras de Baião e Resende afirmaram ontem que o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) nocturno nos dois centros de saúde, encerrado a 1 de Novembro, deverá reabrir a 15 de Dezembro.

José Luís Carneiro e Garcez Trindade, ambos eleitos pelo PS, frisaram que o custo de manutenção deste serviço em cada município ronda os 90.000 euros, valor que será assegurado pelas autarquias e pela Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N), numa “partilha de responsabilidades”.

“Teremos de fazer um esforço financeiro para conseguirmos custear este serviço, mas consideramo-lo essencial para o bem-estar das populações”, afirmaram em conferência de imprensa, no Porto.

No dia 31 de Outubro, os municípios avançaram, em separado, com providências cautelares para suspender o encerramento do SAP entre as 00H00 e as 8H00, nos dias úteis.

“O Ministério Público reconheceu fundamentos aos respectivos procedimentos e aceitou-os. Entretanto, o Ministério da Saúde manteve encerrado o serviço e, com isso, desrespeitou a lei e incorre em responsabilidade criminal”, disseram os autarcas.

O presidente da Câmara de Baião lembrou que o direito à saúde está constitucionalmente consagrado e, com o encerramento do SAP à noite, a população fica privada de uma “área essencial e importantíssima”.

A participação financeira das duas autarquias na manutenção do SAP ainda não foi estabelecida, estando agora a ARS-N a elaborar a avaliação detalhada dos custos, realçou.

“Algumas das rúbricas do orçamento não poderão ser cumpridas porque iremos deslocalizar custos para o SAP nocturno”, salientou.

Segundo José Luís Carneiro, a população de Baião, dispersa por 14 freguesias, é maioritariamente idosa, não tendo viatura própria, nem transportes públicos no período nocturno. Neste período, o único meio de transporte está nas duas corporações de bombeiros e serviço de táxi e, entre alguns lugares e os hospitais mais próximos – Penafiel e Amarante –, é mais de uma hora de viagem.

O socialista lembrou ainda que Baião, tal como Resende, tem recebido “grande” investimento no turismo, através da restauração e hotelaria. “O que pensarão aqueles que investem e procuram a região do Douro sobre um Estado que apela ao investimento e, por outro lado, retira condições de segurança”, questionou.

Por ano, o SAP nocturno de Baião, à semelhança de Resende, recebe cerca de 1.000 pessoas.

Por seu lado, o autarca de Resende confessou ter de fazer “um esforço adicional” para que a população continue a aceder a este serviço. “Embora não tenhamos a tutela da saúde, temos de ajudar a custear a manutenção do SAP em horário nocturno porque é absolutamente essencial às pessoas”, afiançou.

Questionado sobre os motivos do encerramento do SAP à noite nos dois concelhos, Garcez Trindade respondeu que encerrar serviços públicos “tornou-se um hábito” em Portugal. Na sua opinião, o estado quer poupar 90.000 euros em cada município para impedir o direito à saúde e, porventura, o direito à vida.

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Conselho Popular

Utentes da unidade de saúde de Albarraque, na freguesia de Rio de Mouro, concelho de Sintra, protestaram hoje em frente às instalações no Bairro da Tabaqueira contra a falta de médicos e a eventual deslocalização dos serviços.

"Médicos e enfermeiros não são substituídos à medida que se reformam, nem quando são transferidos", explicou Luís Morais, da Comissão de Utentes da Saúde de Rio de Mouro, que convocou uma vigília, a partir das 8H00, em frente à extensão de Albarraque. A acção, que durou pouco mais de uma hora, mobilizou dezenas de pessoas com o objectivo de protestar "em defesa do Serviço Nacional de Saúde e por condições dignas" na unidade de saúde.

Os promotores do protesto queixam-se da falta de informação do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Sintra, mas Carolina Santos, da comissão de utentes, estimou que a unidade precise de pelo menos mais três médicos.

A triagem dos pacientes sem privacidade no balcão dos serviços administrativos e a construção de um elevador que nunca chegou a funcionar foram outras críticas apontadas por Carolina Santos.

Para Luís Morais, o ACES está a efectuar "uma limpeza administrativa dos utentes inscritos para justificar que a extensão não tem utentes suficientes", prejudicando com um eventual encerramento os residentes nas zonas limítrofes dos concelhos de Oeiras e de Cascais.

A comissão alertou que o actual centro de saúde de Rio de Mouro "não dá resposta aos utentes que tem" e que a situação deverá piorar com a transferência de pacientes da unidade de Albarraque.

Luís Morais admitiu que no centro de saúde de Rio de Mouro, segundo dados de anos anteriores, os utentes sem médico de família oscilem "entre 5.000 e 15.000" e notou que não existe transporte público directo entre Albarraque e Rio de Mouro.

O edifício e o terreno em Albarraque foram cedidos pela Tabaqueira ao Ministério da Saúde para que o centro de saúde dos trabalhadores da empresa passasse a ser uma unidade de saúde pública para a população da zona sul da freguesia.

A vigília foi a segunda iniciativa contra o encerramento da unidade de saúde de Albarraque, que já motivou o lançamento de um abaixo-assinado subscrito até agora por "perto de 400 pessoas", mas Carolina Santos adiantou que a recolha de assinaturas vai prosseguir nas localidades perto da unidade de saúde.

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A Unidade de Saúde Familiar (USF) de São João do Estoril, no concelho de Cascais, hoje inaugurada, vai servir um total de 13 mil utentes inscritos e terá ao serviço sete médicos e cinco enfermeiros.

A nova unidade, localizada na União de Freguesias do Estoril e Cascais, está dotada, ainda, de quatro funcionários administrativos no secretariado clínico, e funciona de segunda a sexta-feira, das 08H00 às 20H00.

A inauguração deste serviço contou hoje com a presença do secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, e do presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Cunha Ribeiro, segundo a autarquia de Cascais.

O Centro de Saúde de São João do Estoril começou a funcionar em 2007, em substituição às antigas instalações do Estoril.

O Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) de Cascais passa agora a ter em funcionamento dez Unidades de Saúde Familiar (USF), duas Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), duas Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC), duas Unidade de Saúde Pública (USP) e uma Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP).

Com um total de 192.521 utentes inscritos frequentadores, o ACES de Cascais desenvolve actividades de vigilância epidemiológica, investigação em saúde, controlo e avaliação dos resultados e participa na formação de diversos grupos profissionais nas suas diferentes fases, pré-graduada, pós-graduada e contínua.

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Sinalética centro de saúde

O número de utilizadores dos cuidados de saúde primários aumentou este ano, com 6,4 milhões de utentes a terem pelo menos uma consulta médica, indicou ontem a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

Os dados dizem respeito ao período de Janeiro a Setembro deste ano, tendo aumentado o número de utilizadores dos cuidados de saúde primários em 2,2 por cento relativamente a igual período do ano passado. As consultas médicas também subiram no mesmo período 2,7 por cento.

Nos hospitais, de acordo com a mesma fonte, as primeiras consultas aumentaram 1,4 por cento e as subsequentes 2,5 por cento, num total de mais 187.816 consultas do que no mesmo período do ano passado.

Em relação às cirurgias foram feitas mais 4.584 do que no mesmo período de 2013, representando um crescimento de 1,2 por cento. Do total de cirurgias 58 por cento foi feito em ambulatório.

Nas urgências houve um decréscimo de 0,1 por cento, com menos 3.001 casos, e nos internamentos “constatou-se uma ligeira redução do número de doentes saídos (-2,1%), essencialmente devido à desejável transferência da cirurgia convencional para a cirurgia de ambulatório”, segundo um comunicado da ACSS.

De acordo com o boletim de monitorização mensal referente a Setembro deste ano, a ACSS resume assim a evolução no Serviço Nacional de Saúde: “Até Setembro de 2014 continua a registar-se um aumento do acesso aos cuidados de saúde primários, não só em termos do número de utilizadores como também em relação ao aumento da produção de consultas médicas realizadas”.

E acrescenta: “Em relação aos cuidados hospitalares, regista-se uma estabilização da actividade realizada em relação ao período homólogo, com ligeiras variações positivas no número de consultas e de intervenções cirúrgicas, e um desejável ajustamento em baixa da actividade de urgência e de internamento”.

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You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade

No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.