O consumo de tabaco é um grave problema de saúde pública, uma vez que tem impacto na população fumadora mas também na não fumadora. É uma causa reconhecida de doença oncológica, cardiocerebrovascular, pulmonar e de complicações na gravidez. O relatório “Portugal – Prevenção e Controlo do Tabagismo 2017”, da Direção-Geral da Saúde, estima que em 2016 morreram em Portugal mais de 11800 pessoas por doenças atribuíveis ao tabaco, o que corresponde à morte de uma pessoa a cada 50 minutos, assim como uma em cada 4 mortes no grupo etário dos 50-59 anos é devida ao tabaco.  

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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