Displaying items by tag: Dia Nacional de Luta Contra a Dor

A Dor não tratada torna-se mais complexa no que concerne à sua fisiopatologia, e muitas vezes deixa de ser proporcional ao estímulo que lhe deu origem, aumentando o risco de se tornar refractária com consequências devastadoras, designadamente na funcionalidade e qualidade de vida do doente.

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“Sendo a dor crónica uma patologia flutuante de elevado nível de incapacidade, os Cuidados de Saúde Primários têm de proporcionar um seguimento regular e integrado destes doentes”. Esta é uma das mensagens transmitidas pelo coordenador do Grupo de Estudos da Dor da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), Dr. Raul Marques Pereira, no âmbito do Dia Nacional da Luta Contra a Dor. Apesar de considerar que têm sido quebradas “muitas barreiras”, sublinha a necessidade de manter elevados índices de formação e de atualização em dor, bem como a criação de “mecanismos replicáveis e com métricas padronizáveis” para o acompanhamento destes doentes.

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A anestesiologista e presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), Dr.ª Ana Pedro, considera que, em Portugal, “há ainda um longo caminho a percorrer”, no que concerne ao reconhecimento da dor como um indicador de qualidade de saúde prioritário e à rede de referenciação entre estruturas de cuidados de saúde primários e hospitalares. A falta de especialistas dedicados à Medicina da Dor é outro ponto que refere, numa entrevista em que partilha também os desafios da APED para o futuro.

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Trata-se seguramente da primeira pandemia vivida ao momento com informação disponível de uma maneira imediata e global. O modo como os hospitais foram capazes de se organizar, reflete uma realidade dinâmica, com necessidade de alteração de espaços físicos, de circuitos, de necessidade de testagem dos doentes antes e durante o internamento e antes das sessões nos Hospitais de Dia, de realocação de profissionais das diversas especialidades e contribuição de todos no tratamento de doentes com o diagnóstico COVID-19 e com óbvias limitações para as restantes actividades assistenciais não COVID-19

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Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?
Editorial | Jornal Médico
Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?

O regime remuneratório das USF modelo B há muito que é tema para as mais diversas discussões, parecendo ser unânime a opinião de que necessita de uma revisão, inexistente de forma séria desde a sua implementação.