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31/10/2016 10:21:21
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Jornal Médico
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Câmara do Seixal assina acordo com ARSLVT para construir Centro de Saúde de Corroios

A Câmara do Seixal anunciou, na passada sexta feira, a celebração de um contrato-programa com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para construir o novo Centro de Saúde de Corroios.

"O Centro de Saúde de Corroios será construído num edifício construído de raiz para a prestação de cuidados de saúde, substituindo o existente e que funciona num prédio de habitação com três andares sem elevador, que coloca grandes dificuldades à mobilidade dos utentes, sobretudo às pessoas idosas e com mobilidade reduzida", refere a autarquia em comunicado enviado à Agência Lusa.

No documento celebrado, a ARSLVT assume a construção do novo Centro de Saúde de Corroios que terá encargo global previsto para esta entidade de cerca de 1,6 milhões de euros.

"O Município do Seixal, além de ceder o terreno para a construção do novo equipamento de saúde, irá assegurar o investimento nos espaços públicos envolventes ao edificado, como arruamentos, estacionamentos ou iluminação pública", salienta.

O Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, referiu que este é um passo importante, tal como foi também com os recentes desenvolvimentos relativos à construção do novo hospital no Seixal.

"[Estas duas obras] só foram possíveis devido à persistente luta da população do concelho do Seixal e das suas comissões de utentes, que tem contado sempre com o apoio dos órgãos autárquicos, com a certeza que continuaremos juntos a percorrer o caminho que tiver que ser percorrido em torno da melhoria do acesso à saúde por parte da população do concelho do Seixal", afirmou.

Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
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É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.