ACSS com novo Conselho Diretivo
DATA
14/01/2016 15:21:24
AUTOR
Jornal Médico
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ACSS com novo Conselho Diretivo

marta temido 03
Marta Temido foi nomeada hoje Presidente do Conselho Diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), em Resolução do Conselho de Ministros, segundo uma nota oficial do Ministério.

Doutorada em Saúde Internacional, especialidade de Políticas de Saúde e Desenvolvimento pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, é ainda mestre em Gestão e Economia da Saúde pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. É igualmente detentora do diploma em Planificación de Recursos Humanos para la Salud da Organização Panamericana de Saúde, da pós-graduação em Direito da Medicina (parte letiva) da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e da especialização em Administração Hospitalar da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.

Foi administradora hospitalar no Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil e nos Hospitais da Universidade de Coimbra, bem como membro dos conselhos de administração dos seguintes hospitais do Serviço Nacional de Saúde: Hospital do Arcebispo João Crisóstomo; Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil; Centro Hospitalar de Coimbra; Hospital Infante D. Pedro; Centro Hospitalar de Vila Real-Peso da Régua; Hospital de Cantanhede.

Desempenhou ainda o cargo de consultora para a área dos recursos humanos na Universidade de Coimbra e representante do Ministério Público nas comarcas de Idanha-a-Nova e de Arraiolos.

A nível docente é assistente convidada da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra.

Agora, aos 42 anos, assume a presidência da ACSS substituindo Rui Santos Ivo, que esteve no cargo desde setembro de 2014 e agora passa a integrar o conselho diretivo da Autoridade do Medicamento (Infarmed).

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.