Displaying items by tag: Hospital da Luz

terça-feira, 11 fevereiro 2014 15:15

Hospital da Luz duplica área nos próximos quatro anos

[caption id="attachment_6647" align="alignleft" width="300"]hospitaldaluz hospital, situado na zona de Benfica, em Lisboa.
Este aumento, agora dependente da alteração do Plano Director Municipal (PDM), deverá custar entre 70 a 90 milhões de euros e será uma resposta ao aumento “cada vez maior” da procura desta unidade de saúde privada[/caption]

O Hospital da Luz vai duplicar a sua área nos próximos quatro anos e criar um centro de formação, num investimento que rondará os 90 milhões de euros, revelou hoje a presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde.

Isabel Vaz falava à margem da apresentação do congresso médico internacional e multidisciplinar “Leaping Forward”, organizado pelo grupo e que decorrerá entre quinta-feira e quarta-feira, em Lisboa.

A administradora disse que o aumento do hospital poderá registar-se através do crescimento do edifício – prémio Valmor de Arquitectura em 2011 – em altura, ou através da ocupação de terrenos que já pertencem ao grupo e são adjacentes ao hospital, situado na zona de Benfica, em Lisboa.

Este aumento, agora dependente da alteração do Plano Director Municipal (PDM), deverá custar entre 70 a 90 milhões de euros e será uma resposta ao aumento “cada vez maior” da procura desta unidade de saúde privada.

 

Published in Atualidade

[caption id="attachment_6545" align="alignleft" width="300"]hospitalbeatrizangelo Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, na imagem), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários[/caption]

O preço final de venda das acções da Espírito Santo Saúde foi fixado no ponto mínimo do intervalo, de 3,20 euros, anunciou a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O preço das acções estava fixado entre os 3,20 e 3,90 euros. A operação terminou na quinta-feira e hoje decorre a sessão especial de bolsa para apurar os resultados.

No documento, a empresa liderada por Isabel Vaz explica que a oferta combinada incluiu uma oferta pública de subscrição pela ES Saúde de 7.042.254 novas acções e uma oferta pública de venda (OPV) pela Rio Forte Investments de 2.320.886 títulos, além de uma oferta particular para determinados investidores qualificados domésticos e internacionais, de 31.346.168 acções pelas Rio Forte Investments, Espírito Santo Financial Group e Companhia de Seguros Tranquilidade (accionistas vendedores).

Esta última, detalha, poderá ser acrescida em até 6.106.396 acções, caso a opção de compra sobre o lote suplementar de acções seja exercida na totalidade.

A Espírito Santo Saúde adianta que o encaixe bruto da oferta Combinada atinge os 130,3 milhões de euros, dos quais 22,5 milhões de euros serão encaixe da ES Saúde e 107,7 milhões de euros dos accionistas vendedores.

Trata-se de um valor que exclui o lote suplementar de acções, diz o documento, segundo o qual o encaixe bruto pode subir para 149,8 milhões de euros caso a opção de compra sobre aquele lote "for exercida na totalidade".

A empresa informa ainda que a procura verificada na oferta pública permite a subscrição integral do aumento de capital da ES Saúde do actual montante de 88.500.000 euros para 95.542.254 euros, através da emissão de 7.042.254 novas acções.

O registo comercial do aumento de capital deverá ser obtido na terça-feira, 11 de Fevereiro, e a percentagem do capital social da ES Saúde detida por novos investidores imediatamente após a oferta combinada será de 42,6%, excluindo o lote suplementar de acções no âmbito da oferta institucional, e de 49%, se a opção de compra sobre o lote suplementar de acções for exercido na totalidade. Um dia depois, a 12 de Fevereiro, deverá ocorrer a admissão à negociação na bolsa de Lisboa.

Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários.

A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros.

 

 

Published in Atualidade

[caption id="attachment_6243" align="alignleft" width="300"]parto A conclusão é revelada na edição de Fevereiro da revista Teste Saúde, da DECO, que inquiriu 21 instituições de saúde privadas, tendo obtido numa primeira fase apenas quatro respostas, e numa segunda fase 18, depois de ter voltado a inquirir as mesmas unidades de saúde, mas colocando-se no papel de uma grávida[/caption]

Cada vez mais mulheres escolhem hospitais privados para ter os filhos, pagando para tal preços que oscilam entre os 1.000 e os 6.000 mil euros, dependendo da zona do país, do tipo de parto e do tempo de internamento.

A conclusão é revelada na edição de Fevereiro da revista Teste Saúde, da DECO, que inquiriu 21 instituições de saúde privadas, tendo obtido numa primeira fase apenas quatro respostas, e numa segunda fase 18, depois de ter voltado a inquirir as mesmas unidades de saúde, mas colocando-se no papel de uma grávida.

Segundo o estudo, é no norte que se praticam os preços mais baratos, como é o caso do Hospital da Venerável Irmandade de N.ª Sr.ª da Lapa, no Porto, onde um parto normal, com dois dias de internamento custa 1.000 euros.

Em Lisboa, o privado mais barato é o Hospital da Cruz Vermelha, onde o mesmo parto com o mesmo tempo de internamento custa 1.900 euros.

Entre os estabelecimentos mais caros, continua a ser em Lisboa que se praticam os preços mais elevados, com um parto normal a poder chegar aos 4.500 euros no Hospital dos Lusíadas, incluindo internamento.

O mesmo parto custa no Hospital da CUF do Porto 2.850 euros.

Quando há necessidade de realizar uma cesariana, os preços disparam, seja no mais barato - Hospital da Cruz Vermelha - onde o preço atinge os 2.900 euros, ou no mais caro – Hospital da Luz – onde o preço pode chegar aos 6.000 euros.

No Porto, verifica-se igualmente um aumento de preços nas cesarianas, embora sejam ainda assim mais baratos do que na capital: o Hospital da Venerável Irmandade de N.ª Sr.ª da Lapa cobra 2.000 euros por uma cesariana, custo que sobe para os 4.000 euros na CUF.

No Algarve, as instituições de saúde privadas também cobram valores elevados. No Hospital Privado do Algarve, em Portimão, um parto normal com dois dias de internamento custa 3.900 euros, enquanto uma cesariana pode chegar aos 5.500 euros.

A DECO destaca que no sector privado a percentagem de cesarianas realizadas “dispara”, quando comparada com os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde ainda assim, a prevalência de cesarianas realizadas entre 2004 e 2010 foi de 36%, “um valor muito acima da meta traçada pelo Plano Nacional de Saúde para 2010”.

Segundo a DECO, a maioria das mulheres que escolhe o privado fá-lo através de subsistemas ou seguros de saúde.

Quanto às razões mencionadas pelas mulheres para escolherem o privado, as principais foram a garantia de que seria o obstetra que acompanhou a gravidez a realizar o parto, a privacidade, os níveis de conforto e a presença constante de um acompanhante.

As que escolheram o serviço público apontam, para além do preço, as preocupações com a segurança e a existência de um serviço de cuidados intensivos.

Aliás, mesmo entre as que escolheram o privado, a existência de equipamentos especializados, a existência de urgência de neonatologia ou a proximidade de um hospital público com esta valência foram critérios que pesaram na escolha do local.

A DECO sublinha que três das entidades privadas contactadas – Hospital da Ordem da Trindade, no Porto, Hospital Privado de Guimarães e Clínica Médico-cirúrgica de Santa Tecla, em Braga – não esclareceram se tinham neonatologia.

 

 

 

 

Published in Atualidade
Tagged under
Pág. 2 de 2
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.