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Arranca hoje a campanha nacional “Dê Troco a Quem Precisa”, promovida pelo Programa Abem: Rede Solidária do Medicamento, da Associação Dignitude, e a decorrer até ao dia 25 de dezembro em mais de 700 farmácias. Com cerca de 12 mil pessoas identificadas pelos parceiros da associação como estando a viver em situação de pobreza e sem possibilidade de comprar medicamentos prescritos pelo médico, a iniciativa apela à doação do troco para um fundo solidário.

Portugal exibe um panorama de aumento global do consumo de medicamentos estimulantes do sistema nervoso e de psicofármacos. Em 2018, compraram-se mais de 10 milhões de embalagens de ansiolíticos e quase nove milhões no caso de antidepressivos. Os dados são do relatório do Conselho Nacional de Saúde dedicado à saúde mental, divulgado hoje.

Os médicos Júlio de Matos, Ricardo Jorge e Manuel Laranjeira vão ter as suas obras, inseridas na coleção “Médicos Escritores”, publicadas. A apresentação dos títulos – “Paranoia”, “Um Canhenho de Um Vagabundo” e “Comigo”, respetivamente, ocorre já no próximo dia 19 de dezembro, às 18h30, no Museu da Farmácia – Porto. Com entrada livre, está ainda prevista uma visita guiada ao museu, renovado, após a sessão.

O último caso endémico de varíola foi registado na Somália em 1977. Considerando a erradicação da varíola um marco histórico, a Organização Mundial de Saúde (OMS) celebrou os 40 anos desde esse momento. Foi a 9 de dezembro de 1979 que se deu a confirmação, oficializada cinco meses depois, durante a 33ª Assembleia Mundial de Saúde, em maio de 1980. “O mundo e toda a sua população está livre de varíola” foi a declaração oficial.

Com intuito de auxiliar os médicos na identificação, caracterização e classificação de nódulos pulmonares, a tecnologia “LNDetector” foi desenvolvida por investigadores do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e do Centro Hospitalar Universitário de São João, do Porto.

O Observatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP) afirma que a cobertura universal de cuidados paliativos “está longe” de ser alcançada, salientando a existência de “profundas assimetrias” no país. No “Relatório de Outono 2019”, divulgado ontem, a OPCP analisou a cobertura da rede, reportando-se aos dados vigentes em 31 de dezembro de 2018.

No sentido de criar uma estratégia nacional para a Medicina de Precisão, a Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH), em conjunto com a Ordem dos Médicos (OM), apresenta hoje em sede da OM a proposta para uma agenda, onde se preveem medidas e projetos pilotos no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Publicado hoje em Diário da República, o despacho, assinado pela ministra da Saúde, determina a constituição de um grupo de trabalho para produzir um manual de regras e procedimentos para o processo de avaliação da idoneidade e capacidades formativas médicas nas unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O 10º Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC) irá contar, à semelhança da edição anterior, com um programa científico multidisciplinar. O evento ocorre nos próximos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.

Na última década, verificou-se uma subida constante do número de pedidos de clínicos estrangeiros à Ordem dos Médicos (OM) para exercerem medicina em Portugal, apenas com uma quebra no ano de 2012. Este ano, atingiu-se o número mais elevado desde 2009. Apesar disso, o bastonário da OM, Miguel Guimarães, afirma que há mais solicitações de profissionais portugueses no sentido de irem trabalhar para o estrangeiro.

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Generalização do modelo B: será a resposta para os problemas dos Cuidados de Saúde Primários?
Editorial | Denise Velho, membro da direção da APMGF
Generalização do modelo B: será a resposta para os problemas dos Cuidados de Saúde Primários?

Nos últimos tempos, temos assistido ao êxodo crescente de médicos, em geral, e Especialistas de Medicina Geral e Familiar, em particular, do Serviço Nacional de Saúde, uns por aposentação e outros por optarem por sair da função pública, ou até pela emigração. A rigidez da tutela, o excesso de burocracia, a falta de material e equipamento nas unidades, as carreiras e salários completamente desfasados da realidade, entre outros, são fatores que vão afastando os médicos. Em algumas zonas do país é desolador o cenário de Centros de Saúde sem médicos, unidades com mais de 9 000 utentes, e apenas um médico ao serviço. Dando o exemplo do meu ACeS, numa zona geográfica e socio-económica até agradável, no último concurso de recrutamento médico, de 41 vagas, apenas 7 foram preenchidas! Onde ainda se vai percebendo alguma estabilidade e capacidade de retenção dos profissionais é, efectivamente, nas Unidades de Saúde Familiar modelo B. 

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