Mais de 200 mil pessoas foram vacinadas, este sábado, no Rio de Janeiro, no primeiro dia de campanha contra a febre amarela, segundo informação veiculada pela imprensa brasileira.

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segunda-feira, 06 fevereiro 2017 09:30

Meningite de A a Z

Meningite. Uma palavra carregada de medo, que ninguém – particularmente nenhum pai ou mãe – quer ouvir, ou gosta sequer de pronunciar. Nesta edição, olhamos para esta doença com o rigor dos números, a coragem da ciência e a esperança da prevenção.

A meningite é uma infeção grave das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal (que se encontra alojada na coluna vertebral) e é potencialmente fatal. 

O Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) recomenda aos portugueses que pretendem viajar para o Brasil que se vacinem contra a febre-amarela devido ao surto que atinge o estado de Minas Gerais e já provocou oito mortes.

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vacina bebe

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu oficialmente a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal, mas o diretor-geral da Saúde alerta para a importância de se manter a vacinação contra estas doenças.

“A OMS certificou a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal. São grandes vitórias, grandes conquistas, feitos muito importantes, resultado do Programa de Vacinação, que conseguiu acabar com este risco”, afirmou ontem o diretor-geral da Saúde, Francisco George aos jornalistas, lembrando que o sarampo é uma doença especialmente grave em crianças.

O responsável admitiu ainda que a vacinação pode ser o “maior inimigo” da própria vacinação. Não "se vendo a doença", que foi eliminada pelas vacinas, corre-se o risco de não continuar a imunizar as crianças.

“As mães não sabem hoje em dia o que é o sarampo. Ele não existe, não circula. É fundamental continuar a vacinar, garantir a imunização de grupo”, sublinhou, reforçando a importância de assegurar que há uma barreira de proteção se um caso de sarampo vier eventualmente a ser importado (através de viajantes, de migrantes ou turistas).

“É preciso continuar a vacinar contra o sarampo e a rubéola apesar de não termos em Portugal a circulação dos vírus”, insistiu.

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angola

O Ministério da Saúde angolano informou ontem que a nova campanha de vacinação contra a febre-amarela, a qual se encontra em curso, já possibilitou a vacinação de 81% da população alvo, em 22 municípios de 12 das 18 províncias de Angola. A campanha poderá ainda estender-se por mais 15 dias.

Em 10 dias foram vacinadas mais de 2,4 milhões dos 2,9 milhões de pessoas previstas. É sabido que a adesão da população a esta iniciativa tem sido notória, permitindo às equipas vacinar mais de 150 mil pessoas diariamente.

A nova campanha, que abrange as províncias de Cabinda, Benguela, Cuanza Sul, Huambo, Cuando Cubango, Huíla, Lunda Norte, Lunda Sul, Malange, Uíge e Zaire, vai permitir aumentar a cobertura de 51 para 73 municípios, elevando igualmente a população imunizada de 13 milhões para mais de 16 milhões.

Até 28 de julho registavam-se no país um total de 3818 casos suspeitos de febre-amarela, dos quais 879 foram laboratorialmente confirmados, o mesmo acontecendo com 119 dos óbitos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Angola enfrenta um surto de febre-amarela, que desde dezembro de 2015 já vitimou mortalmente um total de 369 pessoas, situação que parece agora estar a melhorar, uma vez que até a última semana de julho, estava há seis semanas sem novos casos confirmados da doença, de acordo com dados da OMS.

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angola

Uma campanha de vacinação “massiva” contra a febre-amarela arrancou ontem, em Angola, e pretende chegar a 2,9 milhões de pessoas, em 22 municípios daquele país africano, anunciou o Ministério da Saúde angolano.

O objetivo é "contribuir para a prevenção do surgimento de novos casos" de febre-amarela, epidemia que desde o passado dia 5 de dezembro já matou 369 pessoas, tendo ainda provocado, até 4 de agosto, 3.867 casos suspeitos. A campanha, que decorre até dia 25 deste mês, inclui municípios prioritários com alto risco de transmissão local e zonas fronteiriças.

"Esta campanha ocorre num momento em que Angola continua determinada em consolidar os progressos realizados desde o início da campanha de vacinação lançada em fevereiro deste ano e que permitiu vacinar até esta data mais de 13 milhões de pessoas contra a febre-amarela, em 51 municípios", recorda o Ministério da Saúde angolano.

O combate à epidemia tem o apoio técnico, no terreno, da Organização Mundial de Saúde (OMS) e desde o dia 23 de junho que não são confirmados laboratorialmente novos casos de febre-amarela (apenas suspeitos, dos quais 879 foram confirmados em laboratório).

"Porém, para manter este bom resultado é importante que todos fiquem protegidos com uma dose única da vacina. Esta campanha de vacinação, em larga escala, vai permitir reforçar a imunidade da população e impedir o surgimento de novos casos de febre-amarela", explica o ministério tutelado por Luís Gomes Sambo.

A campanha será apoiada por técnicos da OMS, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), CDC-Atlanta (Centro de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano), Cruz Vermelha e Médicos Sem Fronteiras. Vai decorrer em 22 municípios das províncias de Cabinda, Benguela, Cuanza-Sul, Cuanza-Norte, Cuando-Cubango, Huambo, Huíla, Lunda-Norte, Lunda-Sul, Malanje, Uíge e Zaire.

Para a realização desta campanha foram adquiridas três milhões de doses de vacina, informou a tutela da saúde em Angola.

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quinta-feira, 21 abril 2016 13:44

AR debate inclusão de novas vacinas no PNV

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O parlamento discute na sexta-feira projetos de resolução que propõem a inclusão, no Programa Nacional de Vacinação, da vacina contra o rotavírus, bem como a extensão da vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) a jovens rapazes.

O projeto de resolução apresentado pelo Bloco de Esquerda pretende que seja alargada “a indivíduos do sexo masculino a administração da vacina contra o HPV, lembrando que pode provocar nos homens cancro do ânus, do pénis, da cabeça e do pescoço.

A vacina contra o HPV foi introduzida no Programa Nacional de Vacinação em 2008, sendo portanto gratuita, e atualmente é administrada em duas doses a todas as raparigas entre os 10 e os 13 anos. O HPV pode provocar cancro do colo do útero.

Já o PCP defende, no seu projeto de resolução, que se alargue a vacina do HPV “para as raparigas e jovens até aos 25 anos”, enquanto o Partido Ecologista Os Verdes (PEV) pede o alargamento a todas as raparigas e mulheres até aos 25 anos e a integração dos jovens do sexo masculino.

Comum aos três projetos de resolução é a recomendação de inclusão, no Programa de Vacinação, da vacina contra o rotavírus, responsável por gastroenterites agudas.

O PCP considera ainda que deve ser avaliado o benefício clínico para integrar a vacina contra a meningite B.

Nos seus projetos de resolução autónomos, o Bloco e o PCP recomendam ainda ao Governo que tome medidas para garantir a reposição de ‘stocks’ de vacinas que integram o Programa e que reduza a dependência do exterior quanto ao fornecimento de vacinas.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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