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Os enfermeiros do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) estão hoje em greve no turno da manhã, em luta pela admissão de mais profissionais, segundo o sindicato.

Os enfermeiros exigem a admissão de mais profissionais de enfermagem, respeitando dotações adequadas, e horários de trabalho nos termos da lei e normas regulamentares, designadamente compatíveis com a vida familiar e social e com tempos de descanso adequados.

Em causa está a redução do número de enfermeiros por turno em muitos serviços, “listas” para inscrição de enfermeiros voluntários com vista à realização de trabalho extraordinário programado, milhares de feriados não gozados ou excesso de dias de trabalho não pagos, diz o sindicato.

A situação é de tal forma que a falta de enfermeiros levou já ao “encerramento de camas” em vários serviços, como no Bloco Operatório do Hospital D. Estefânia.

“As consequências são evidentes: intensos ritmos de trabalho o que origina fadiga, exaustão e potencia o ‘erro’”, alerta o sindicato.

No último mês, enfermeiros de várias unidades hospitalares do país têm feito greve em protesto contra a falta de profissionais nos serviços, tendo o bastonário alertado já para a existência de risco na qualidade e segurança dos cuidados prestados.

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou entretanto que, até ao final do ano, serão contratadas centenas de enfermeiros.

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A dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Zuraima Prado disse hoje à Lusa que a adesão à greve dos enfermeiros ronda os 95% no Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, chegando aos 100% em algumas das unidades do Hospital do Barreiro.

“No Hospital do Montijo já temos todos os serviços aferidos e temos a [adesão à] greve a 95%. No Hospital do Barreiro, embora não estejam todos os serviços aferidos, [os serviços] que passámos, como as urgências, urologia e consultas externas estão com 100% de adesão à greve”, avançou a coordenadora da direcção regional de Setúbal do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, Zuraima Prado.

Os enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo iniciaram hoje, às 08:00, uma greve de 16 horas, para protestar contra a escassez dos profissionais da enfermagem e o consequente aumento de horas de trabalho.

A paralisação prolonga-se até às 24:00.

Para a responsável do sindicato, a adesão à greve está a ser boa, já que se trata de uma “questão transversal a todos os serviços” pelo que não eram esperados outros números.

A partir das 10 horas, os enfermeiros realizam uma concentração à porta do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo.

Este protesto dos enfermeiros, que reclamam do Governo a abertura de concurso para reforço dos profissionais de saúde no Serviço Nacional de Saúde, sucede aos ocorridos na semana passada, em Santarém e no Algarve.

Na sexta-feira, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, assumiu que o Governo pretende “encurtar o processo de contratualização [de profissionais de saúde], em termos burocráticos” no próximo Orçamento do Estado, referindo que este ano já recrutaram mais de 400 enfermeiros.

O ministro disse ainda que, em 2015, haverá novos concursos, que vão "dar emprego a todos os recém-licenciados em medicina, que se espera que sejam mais de 1700 médicos, que vêm para o Serviço Nacional de Saúde”.

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Greve
Os enfermeiros do hospital de Santarém iniciam hoje uma greve de quatro dias em protesto contra o incumprimento dos horários de trabalho e pela rápida admissão de mais profissionais naquela unidade de saúde.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), Guadalupe Simões, diz que o que está em causa é a "falta de 170 enfermeiros" naquele hospital, "quando deveria ter um quadro com 570 profissionais", e a consequente "ruptura nos serviços prestados ao nível dos serviços de urgência e internamento, a ruptura iminente nos cuidados intensivos, e um caos instalado no serviço de medicina".

A dirigente sindical apontou como motivos para a realização da greve o "incumprimento dos horários legais de trabalho, a exigência de uma rápida admissão de mais profissionais naquela unidade de saúde, e o pagamento do trabalho extraordinário", entre outras questões.

A dirigente sindical destacou ainda "a escassez e a redução do número de elementos por turno", uma situação que "dá origem a uma carga excessiva de trabalho" aos enfermeiros.

Segundo Helena Jorge, do SEP, os oito enfermeiros de turno da manhã "aderiram todos à greve", estando as urgências a funcionar, em termos de pessoal de enfermagem, em regime de serviços mínimos, pelo que os utentes "podem ter de esperar mais do que o normal, mas vão ser todos atendidos".

"Já somos poucos enfermeiros e temos muitos utentes internados, pelo que apelamos a que as situações que não sejam realmente urgentes se desloquem para os centros de saúde para procurar atendimento", pediu a dirigente sindical.

Na segunda-feira, a administração do Hospital anunciou que obteve autorização para contratar 17 enfermeiros, número que o SEP considera insuficiente.

Organizada pelo SEP, a greve tem início hoje, a partir das 08H00, e prolongar-se-á até às 24H00 de dia 22 de Agosto, sexta-feira.

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A paralisação dos enfermeiros do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNGE) registou ontem, na “maior parte dos serviços de internamento, uma adesão de 100%”, tendo também afectado as consultas e o bloco operatório, informou fonte sindical.

A paralisação no CHVNGE teve como objectivo reivindicar a contratação de mais enfermeiros e exigir que as administrações tenham autonomia para admitir os profissionais necessários.

Em conferência de imprensa realizada à porta da unidade hospitalar, a dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), Fátima Monteiro, referiu que saíram deste hospital “cerca de 60 enfermeiros” e que “só estão a ser autorizadas admissões de 15”.

“Esta carência reflecte-se nos ritmos elevados de trabalho que recaem sobre os enfermeiros que cá estão”, sublinhou a dirigente sindical.

Estes profissionais “fazem horas e horas consecutivas, muito deste trabalho não é remunerado, deixam de ter folgas durante 15 dias, o seu horário é gerido quase diariamente. Isto é insuportável. Tem de haver por parte do Governo uma medida rápida para por fim à situação de grave ruptura que se está a viver nos hospitais”, disse.

“Há serviços em que a qualidade dos serviços está colocada em causa, há fecho de camas porque os colegas não conseguem, por muito esforço que façam, responder às necessidades dos utentes tanto em tempo útil como em qualidade de cuidados”, sublinhou Fátima Monteiro.

A nível nacional, segundo a dirigente do SEP, “faltam cerca de 25 mil enfermeiros, mas diariamente saem algumas centenas. É incrível que o Governo que se diz preocupado com os seus cidadãos obrigue jovens enfermeiros e outros profissionais altamente qualificados a deixar o seu país quando tão necessários são para as instituições”. No Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho trabalham “930 enfermeiros”, acrescentou.

 

 

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Greve
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses decidiu hoje avançar para uma greve dos profissionais do Centro Hospitalar de Lisboa Central, no dia 26 deste mês, segundo declarações de uma dirigente sindical à Lusa.

Guadalupe Simões indicou que esta foi a decisão tomada no plenário de trabalhadores que se realizou hoje, no Hospital de São José, em Lisboa, embora ainda falte emitir o pré-aviso de greve.

De acordo com a sindicalista, na base da decisão para avançar para a greve está a saída de muitos enfermeiros do Centro Hospitalar de Lisboa Central, sem que tenha havido reposição de profissionais.

O Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) engloba os hospitais de São José, Capuchos, Santa Marta, Curry Cabral, Maternidade Alfredo da Costa e D. Estefânia.

“Há uma desregulamentação total dos horários dos enfermeiros, que se encontram exaustos e a fazer turnos seguidos sem folgas”, explicou.

Esta semana o Sindicato já realizou plenários de trabalhadores em três unidades hospitalares do CHLC, tendo hoje ficado decidido avançar para a greve no dia 26 de Agosto.

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terça-feira, 05 agosto 2014 16:56

Greve dos enfermeiros

Greve
Sindicato diz que greve dos enfermeiros adiou 23 cirurgias no Alto Ave

Mais de vinte cirurgias foram hoje canceladas no Centro Hospitalar do Alto Ave (CHAA), por causa da greve dos enfermeiros, que se vai prolongar por três dias, informou fonte sindical.

Nelson Pinto, delegado do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, disse à Lusa que a greve começou às 08H00 de hoje e especificou que no primeiro turno do dia foram canceladas 19 cirurgias de ambulatório e quatro do bloco operatório geral.

“Só foi realizada uma cirurgia oncológica”, acrescentou, garantindo que a greve obrigou também ao cancelamento de várias consultas e exames.

Segundo o sindicato, a adesão à greve ronda dos 70 por cento, mas a administração garante que se cifra em 61,76 por cento.

“Dos 170 enfermeiros escalados para o primeiro turno de hoje, 105 fizeram greve”, disse Delfim Rodrigues, presidente do Conselho de Administração do CHAA, entidade que engloba os hospitais de Guimarães e Fafe.

Delfim Rodrigues disse não poder ainda confirmar o número de cirurgias canceladas, mas garantiu que dos 14 enfermeiros escalados para o bloco só seis fizeram greve.

Segundo Nelson Pinto, aquele centro hospitalar precisa de, pelo menos, mais 30 enfermeiros para “aliviar” a “pesada e ilegal carga horária” que neste momento impende sobre aqueles profissionais. “Há enfermeiros a fazer 13 e 14 horas por dia”, alertou.

Delfim Rodrigues admitiu que, por vezes, há quem faça mais do que as oito horas de lei, mas sublinhou que isso acontece quase sempre “a pedido e por interesse dos próprios profissionais”.

Disse ainda que actualmente o CHAA tem mais enfermeiros do que em 2012 e 2013 e que eles fazem agora “muito menos horas extraordinárias” no CHAA, pelo que a explicação para o cansaço poderá residir na acumulação de funções.

“O que acontece é que 50 por cento dos nossos enfermeiros acumulam funções no sector privado ou no sector social, havendo mesmo quem cumpra dois horários de 40 horas por mês”, referiu.

O sindicato disse ainda que os enfermeiros do CHAA têm a receber 10 mil horas de trabalho que prestaram ao longo dos últimos 12 meses, dado igualmente refutado pelo conselho de administração.

Segundo Delfim Rodrigues, será “menos de metade” do número apontado pelo sindicato, mas a questão, que tem a ver com o banco de horas, “vai-se regularizando mensalmente”.

A solução definitiva para o problema passará pela uniformização dos horários, que o CHAA está a preparar em conjunto com os sindicatos, para garantir as 40 horas semanais.

Os enfermeiros do CHAA queixam-se de não poderem gozar duas folgas semanais, de pagamento inadequado do prémio de assiduidade e da não-atribuição de vínculo definitivo a duas dezenas de enfermeiros que estão com contrato a termo.

“Faz-se tudo e mais alguma coisa para poupar, nem que isso implique a exaustão dos profissionais de saúde e ponha vidas em risco”, criticou Nelson Pinto.

A greve dos enfermeiros do CHAA vai prolongar-se até às 24H00 de 7 de Agosto.

Greve de enfermeiros no IPO do Porto com adesão de 100% no internamento

A greve dos enfermeiros do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto regista hoje uma adesão de 100% no internamento, segundo fonte sindical, reflectindo o “descontentamento” gerado pela “grave carência” destes profissionais e consequente “sobrecarga” de horários.

“Esta greve é o reflexo do descontentamento dos enfermeiros – não só do IPO, porque esta situação vive-se nos hospitais da região do Porto e em todo o país – quanto à grave carência de enfermeiros existente nos serviços hospitalares”, afirmou a presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), Fátima Monteiro, em declarações aos jornalistas durante uma concentração de profissionais junto ao IPO.

Segundo a dirigente do SEP, "a falta de profissionais é particularmente sentida nos internamentos dos serviços de medicina e de cirurgia", em que se acumulam “horas e horas em débito aos enfermeiros, que trabalham 12 e 18 horas seguidas sem terem os descansos compensatórios, o que os leva à exaustão”.

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Conselho Popular
O coordenador regional do Algarve do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, Nuno Manjua, disse hoje que vai ser proposta uma greve, em plenários nos hospitais de Faro, Lagos e Portimão, contra a falta de recursos humanos e materiais.

Em conferência de imprensa conjunta com o Sindicato da Função Pública do Sul e Açores, o Sindicato dos Médicos da Zona Sul e a União dos Sindicatos do Algarve, Nuno Manjua afirmou, em Faro, não compreender “o cinismo” de um anúncio por parte do Governo para o recrutamento de 100 médicos para a região, uma vez que são vagas que se sabe “à partida que não vão ficar preenchidas”, enquanto as restantes profissões aguardam desenvolvimentos.

“E o resto? Não abriram concurso porque sabem perfeitamente que vão ficar preenchidos e se calhar não lhes interessa”, acusou o sindicalista, que salientou que a proposta de greve na região vai ser levada a discussão pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e pelo Sindicato da Função Pública do Sul e Açores nos plenários que se vão realizar, na sexta-feira, no Hospital de Faro e, na próxima segunda-feira, em Lagos e Portimão.

Da parte do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, Margarida Agostinho referiu que a região tem problemas “crónicos” de manutenção de quadros, pelo que o Ministério da Saúde devia criar medidas para evitar a saída de médicos e enfermeiros, da região e do país.

“Esta reorganização de serviços [no Centro Hospitalar do Algarve] tem sido extremamente conflituosa e não é nada atractivo vir para aqui trabalhar. As pessoas são contratadas com contratos com muitos problemas”, afirmou Margarida Agostinho.

Já Maria Brites, do Sindicato da Função Pública do Sul e Açores, disse temer que a situação de deterioração dos serviços de saúde na região “se venha a agravar porque há mais de uma centena de trabalhadores contratados nos cuidados de saúde primários cujo contrato vai terminar no dia 31 de Dezembro”.

Num comunicado distribuído durante a conferência de imprensa, as estruturas sindicais frisaram que “continuam e continuarão a faltar materiais e medicamentos” devido à “burocracia associada aos concursos de aquisição” e à “imposição do Ministério da Saúde de comprar 15% abaixo da última aquisição”.

Os sindicatos recordaram que há perto de 150 mil algarvios sem médico de família, que se têm verificado atrasos nas ecografias obrigatórias para grávidas por falta de médicos, além de uma resposta “praticamente inexistente” ao nível da psiquiatria para adolescentes, entre muitas outras problemáticas ligadas à falta de meios humanos e materiais.

Os representantes dos trabalhadores alertaram ainda para o facto de a metadona da Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (DICAD) estar “em risco” e referiram que a Unidade de Desabituação do Algarve está em “ruptura iminente”.

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Os enfermeiros do centro de saúde Arnaldo Sampaio, em Leiria, que hoje terminam dois dias de greve por “falta de condições de trabalho e exaustão”, admitem novas formas de luta se não forem contratados mais profissionais.

“Nós temos esperança que a situação vai ser resolvida, porque é bastante grave. Mas, caso essa hipótese não ocorra – caso não haja a contratação de mais enfermeiros –, iremos agendar uma reunião e decidir, com certeza, novas formas de luta”, disse Maria de Jesus Fernandes, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

A responsável falava após uma reunião que os enfermeiros tiveram com o presidente da Câmara de Leiria, Raul Castro, a quem transmitiram a situação relativa aos cuidados de enfermagem no centro e extensões de saúde, onde trabalham 15 enfermeiros.

“Estamos a dizer que seriam necessários pelo menos mais 15 enfermeiros, não é que o ideal seja esse, mas 15 já ajudaria a resolver”, adiantou Maria de Jesus Fernandes, que considerou o balanço da greve “positivo”, com adesão, nos dois dias, de 100 por cento.

Numa nota enviada à comunicação social esta semana, o SEP explica que o número de utentes inscritos nas extensões e na sede do centro de saúde Dr. Arnaldo Sampaio, onde trabalham “apenas 15 enfermeiros”, é superior a “45.000, o que se traduz em cerca 3.000 utentes/enfermeiro”.

O sindicato esclarece que o que está preconizado são 300 a 400 famílias por enfermeiro, o que corresponde a um enfermeiro por 1.200 utentes, pelo que “o número de utentes por enfermeiro excede largamente o que está preconizado, ou seja, seriam necessários pelo menos mais 15 enfermeiros”.

Lembrando que no início do ano denunciou a “grave carência de enfermeiros” no Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral”, do qual faz parte aquele centro, o SEP refere que “nenhuma medida em concreto foi tomada”.

“Os enfermeiros estiveram sempre disponíveis para colaborar e para garantir o normal e regular funcionamento dos serviços, mas agora são eles que estão ‘doentes’, exaustos física e psicologicamente”, acrescenta o SEP, justificando a greve como resposta à “inércia” dos responsáveis políticos e exigindo a contratação de mais enfermeiros.

“Estamos a ver algumas extensões de saúde a ficarem sem enfermeiros e isso vai penalizar as populações”, afirmou Raul Castro, destacando que “a assistência na saúde é fundamental” e “não pode falhar”.

Raul Castro adiantou que solicitou ao sindicato informação escrita para dar conhecimento ainda hoje aos presidentes das juntas de freguesia e, na próxima semana, ao executivo municipal, numa reunião de onde deverá sair uma posição sobre as preocupações da autarquia relativamente “ao que se passa ao nível da saúde no concelho”.

Na quinta-feira, representantes dos enfermeiros foram recebidos na Administração Regional de Saúde do Centro, estando agendada uma reunião na segunda-feira nesta entidade para abordar a situação, acrescentou a responsável do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

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É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.