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Displaying items by tag: acesso a medicamentos

Cem anos depois da descoberta da insulina por cientistas canadianos, cerca de metade dos 100 milhões de pessoas que precisam desta hormona para tratamento da diabetes não tem acesso ao produto, segundo dados divulgados a 26 de novembro.

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Arranca hoje a campanha nacional “Dê Troco a Quem Precisa”, promovida pelo Programa Abem: Rede Solidária do Medicamento, da Associação Dignitude, e a decorrer até ao dia 25 de dezembro em mais de 700 farmácias. Com cerca de 12 mil pessoas identificadas pelos parceiros da associação como estando a viver em situação de pobreza e sem possibilidade de comprar medicamentos prescritos pelo médico, a iniciativa apela à doação do troco para um fundo solidário.

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A ministra da Saúde, Marta Temido, rejeita a existência de dificuldades no acesso a medicamentos inovadores por motivos financeiros em Portugal e remeteu para peritos e técnicos um entendimento sobre os fármacos em questão, indicados no tratamento da doença oncológica.

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A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) tomou conhecimento do recente comunicado do Colégio da Especialidade de Oncologia Médica da Ordem dos Médicos, bem como de esclarecimentos subsequentes do Infarmed, sobre atrasos e/ou recusas de disponibilização de alguns medicamentos específicos para tratamento a doentes oncológicos.

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O Conselho Nacional da Ordem dos Médicos (CNOM) entende que há clínicos que estão a ser “impedidos de proteger a vida de doentes com cancro”, denunciando barreiras no acesso a “medicamentos potencialmente inovadores” que colocam “doentes em risco de vida”.
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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.