A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) recomenda as vacinas da gripe e da pneumonia a quem tem doenças cardíacas por causa dos riscos acrescidos das infeções respiratórias para estes doentes.
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No âmbito do Dia Mundial do Coração, que se assinala a 29 de setembro, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) reforça, uma vez mais, a mensagem de alerta à população para a existência de patologias cardiovasculares, bem como a importância do seu reconhecimento.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) vai iniciar na hoje, em Alfragide, um rastreio para alertar a população sobre os efeitos nefastos do colesterol, que considera um “inimigo silencioso” da saúde cardiovascular que pode levar à morte.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) está a preparar um estudo para conhecer a real prevalência da insuficiência cardíaca em Portugal, que se estima atingir 400.000 pessoas e cujos dados mais atuais têm mais de 20 anos.

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Especialistas de Cardiologia Pediátrica reforçam que os dados disponíveis, atualmente, mostram que a apresentação clínica da Covid-19 em idade pediátrica é “apenas muito raramente grave”.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) recomenda o uso generalizado de máscaras pela população como forma de proteger os doentes de risco, nos quais se incluem os cardiovasculares.

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Atualmente, a insuficiência cardíaca (IC) afeta cerca de 380 mil pessoas em Portugal e as estimativas apontam para que, em 2060, acometa um número superior, atingindo as 500 mil. Perante este cenário, o Grupo de Estudos de Insuficiência Cardíaca (GEIC), da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), organizou, num apelo à ação, o colóquio “Tempo de Agir – Portugal, 400 mil doentes com IC: organizar, AGORA!”, no passado dia 24 de janeiro, em Lisboa.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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