A Fundação para a Saúde – Serviço Nacional de Saúde, defendeu hoje o reforço do investimento público na saúde, em pessoas, equipamentos, tecnologias e organização, dizendo que é preciso “transformar e fortalecer” o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
#SOSSNS. Assim se intitula o movimento “cívico e apartidário” lançado hoje, por um grupo de pessoas da área da Saúde, que pretende reforçar a necessidade de fortalecer o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A linha de acompanhamento psicológica do serviço SNS 24 atendeu “cerca de 16 mil chamadas”, desde o início da pandemia de Covid-19, das quais 1.500 foram de profissionais de saúde, revelou o secretário de Estado da Saúde.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) reconhece que a pandemia confirmou a qualidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, mas expôs algumas deficiências que resultam do subfinanciamento crónico, como a falta de material e a desmotivação dos profissionais.
Sindicatos representantes dos profissionais de saúde condenaram o encerramento do hospital do SAMS, afirmando que prejudicou milhares de utentes e trabalhadores e provocou uma pressão acrescida no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Pediram ainda a averiguação o pedido de lay-off.
“O preço de uma qualquer coisa é a quantidade de vida que se troca por isso”, Henry David Thoreau
Muito tem sido dito e escrito sobre a crise provocada pelo novo coronavírus, especialmente sobre o stress que a sua elevada contagiosidade e o número elevado de dias que os doentes graves precisam em cuidados intensivos impõem ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40% em comparação com o mesmo mês de 2019, fixando-se em 300.693, segundo os dados do Portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi reforçado com cerca de 3.000 profissionais, entre os quais 125 médicos e mais de 900 enfermeiros, devido à pandemia da Covid-19, revelou hoje o secretário de Estado da Saúde.