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[caption id="attachment_4189" align="alignleft" width="300"]helicopteroinem “Ninguém disse que deixará de haver meios aéreos adequados para que as pessoas possam recorrer a eles quando for necessário, outra coisa é dizer ‘olhe fica aqui um que só fica destinado para esta região, quando por vezes o INEM tem necessidade de esse serviço para ser prestado a outras populações’, afirmou Passos Coelho[/caption]

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu sexta-feira que o helicóptero do INEM, cuja permanência em Macedo de Cavaleiros é reclamada pela população do distrito de Bragança, tem de ser partilhado com outras regiões.

Os autarcas do distrito de Bragança e o Ministério da Saúde estão a dirimir em tribunal a permanência do meio de socorro aéreo que foi colocado no nordeste Transmontano em 2010, como contrapartida pelo encerramento de serviços de saúde, e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) pretende desloca-lo para Vila Real.

O primeiro-ministro entende que “todas essas infra-estruturas não têm apenas um custo elevado, têm necessidades de ser partilhadas com outras regiões e com outras populações que necessitam também de ter recurso a esses meios”.

Pedro Passos Coelho falava durante uma visita à Feira do Fumeiro de Vinhais, precisamente na região que reclama a manutenção do helicóptero por ser a mais afastada dos hospitais de referência.

Para o primeiro-ministro, “o que é importante é que essa articulação, sobretudo com o INEM, possa ser feita de modo a tirar o maior partido possível desses recursos sem deixar as pessoas desprotegidas”.

Pedro Passos Coelho garantiu que a população de Bragança não deixará, com a deslocação do meio aéreo, de “ter acesso a infra-estruturas e a equipamentos que tornem possível o acesso mais rápido a meios de saúde”.

Esse acesso será garantindo, segundo o chefe do executivo, “através de meios aéreos”.

“Ninguém disse que deixará de haver meios aéreos adequados para que as pessoas possam recorrer a eles quando for necessário, outra coisa é dizer ‘olhe fica aqui um que só fica destinado para esta região, quando por vezes o INEM tem necessidade de esse serviço para ser prestado a outras populações’”.

O helicóptero do INEM é o que tem mais saídas entre a frota nacional de emergência médica.

Os 12 presidentes de câmara do distrito de Bragança já intentaram duas acções em tribunal, que têm impedido a saída do meio aéreo, mas agora o INEM pode deslocalizar o helicóptero quando entender, já que foram recusadas duas providências cautelares para manter o aparelho enquanto decorrem as acções principais.

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[caption id="attachment_6019" align="alignleft" width="300"]coduinem O atendimento das chamadas para o 112 deu origem à activação de mais de 1 milhão de meios de emergência, entre os diversos tipos de ambulância (emergência médica, suporte imediato de vida, transporte inter-hospitalar pediátrico), motas de emergência, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros[/caption]

Em nota enviada à nossa redacção, o INEM informa que os seus Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) atenderam, no ano passado, 1.2 milhões de chamadas de emergência, mais 51 mil chamadas atendidas do que em 2012. Recorde-se que os CODU são centrais de emergência médica responsáveis pela medicalização do número 112, competindo-lhes avaliar os pedidos de socorro recebidos, com o objectivo de determinar os recursos necessários e adequados a cada ocorrência.

As chamadas efectuadas para o Número Europeu de Emergência - 112 são atendidas primeiramente pela Polícia de Segurança Pública, que encaminha para os CODU do INEM todas as situações que digam respeito a situações de urgência ou emergência médica.

Os números apresentados correspondem a pedidos de socorro efectuados para situações de assistência a vítimas de acidente ou doença súbita.

O atendimento destas chamadas deu origem à activação de mais de 1 milhão de meios de emergência, entre os diversos tipos de ambulância (emergência médica, suporte imediato de vida, transporte inter-hospitalar pediátrico), motas de emergência, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros.

Refira-se que o tipo de meio a enviar é seleccionado de acordo com a situação clínica das vítimas, identificada por um algoritmo de triagem específico; a proximidade do local da ocorrência e a acessibilidade ao local da ocorrência.

O funcionamento dos CODU é assegurado, 24 horas por dia, por equipas de profissionais qualificados - médicos e técnicos - com formação específica para efectuar o atendimento, triagem, aconselhamento, selecção e envio de meios de socorro.

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terça-feira, 03 dezembro 2013 12:18

INEM distinguido com Prémio Hospital do Futuro

[caption id="attachment_5106" align="alignleft" width="300"]INEM CODU Desde 2011 que os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM funcionam numa lógica nacional, ou seja, o atendimento das chamadas de emergência, reencaminhadas via Central 112, é realizado pelo operador há mais tempo disponível, independentemente do local onde se encontre. Como consequência, os tempos de atendimento das chamadas que o 112 encaminha para os CODU diminuíram para mais de metade, passando de 15 segundos para os atuais 7 segundos de tempo médio de atendimento[/caption]

O projecto “CODU Nacional” foi distinguido, pelos Prémios Hospital do Futuro, na categoria Gestão e Economia da Saúde.

Os Prémios Hospital do Futuro são uma iniciativa conjunta do Fórum Hospital do Futuro e da SInASE e pretendem reconhecer o trabalho desenvolvido na promoção e dinamização de projectos de utilidade pública no âmbito da sua contribuição para o combate à doença e/ou da promoção de saúde.

Estes Prémios têm como objectivo destacar e galardoar as pessoas ou organizações que mais contribuíram para o desenvolvimento das organizações da Saúde em Portugal.

O prémio atribuído ao INEM foi recebido pela Presidente do Conselho Directivo da Instituição, Regina Pimentel.

Desde 2011 que os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM funcionam numa lógica nacional, ou seja, o atendimento das chamadas de emergência, reencaminhadas via Central 112, é realizado pelo operador há mais tempo disponível, independentemente do local onde se encontre. Como consequência, os tempos de atendimento das chamadas que o 112 encaminha para os CODU diminuíram para mais de metade, passando de 15 segundos para os atuais 7 segundos de tempo médio de atendimento.

Em nota enviada às redacções, o INEM elenca os atributos do projecto agora galardoado, o primeiro dos quais, a distribuição equitativa de chamadas por operador, independentemente da sua zona geográfica.

O CODU permitiu ainda, entre outras vantagens, a diluição dos picos de chamadas a nível regional; a diminuição do tempo de espera no atendimento das chamadas via 112; a rentabilização dos recursos humanos a nível nacional e a melhoria da satisfação dos utentes.

Na nota informativa, o INEM dá conta de que o projecto “CODU Nacional” havia já sido galardoado com o 1º Prémio Kaizen Lean 2011, na categoria de «Excelência no Sistema de Melhoria Contínua como fonte geradora de inovação e competitividade no sector da saúde». Esta distinção visou destacar e premiar as organizações que são exemplos de boas-práticas.

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Investir na Saúde é também investir na Formação
Editorial | Carlos Mestre
Investir na Saúde é também investir na Formação

Em março de 2021 existia em Portugal continental um total de 898.240 pessoas sem Médico de Família (MF) atribuído, ou seja, 8,7% da população não tem um acompanhamento regular com todas as medidas preventivas e curativas inerentes ao papel do especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF).

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