A vacina da meningite B para todas as crianças e a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes vão integrar o Programa Nacional de Vacinação (PNV) a partir de outubro do próximo ano.

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No âmbito da celebração dos dez anos da introdução da vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) no Programa Nacional de Vacinação (PNV), assinalados em outubro, o nosso jornal falou com o presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), Vítor Veloso, sobre o panorama atual do cancro do colo do útero, bem como das mais-valias da nova vacina nonavalente, entretanto incluída no PNV.

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O Presidente da República elogiou a "continuidade institucional" no que respeita à política de vacinação contra o HPV, considerando que cada ministro da Saúde "deu no seu período histórico um contributo inestimável para essa prioridade nacional".

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Nos últimos dez anos, cerca de 750 mil jovens portuguesas foram vacinadas contra o vírus do papiloma humano (HPV), o que corresponde a 86% da população elegível para a vacina, tornando o país num "exemplo internacional".

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A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) lançou um projeto de rastreio do cancro do colo do útero que poderá ser feito em casa e realizado pelas próprias mulheres.

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A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) acaba de lançar uma nova campanha sobre o papilomavírus humano (HPV), com a colaboração da Associação para o Planeamento da Família (APF). A iniciativa tem como objetivo educar e sensibilizar a população para os cancros e as doenças associadas à infeção pelo HPV e para as formas de prevenção.

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HPV

Na sequência das “constantes preocupações” com o Hospital Pulido Valente (HPV), manifestadas pela Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), Carlos das Neves Martins, anunciou ontem que o organismo será requalificado e transformado num parque de saúde, com o objetivo de “solucionar questões futuras e manter esta unidade operacional no quadro do SNS”.

De acordo com um comunicado do CHLN a que o nosso jornal teve acesso, “pretende-se retomar as obras paradas há cinco anos, assim como aumentar os serviços públicos no campus [do HPV], com “100% de ocupação ao serviço das pessoas e mais cuidados de saúde diferenciados em proximidade”, já que “apenas 60% da área se encontrava em atividade”. O HPV manter-se-á como “património público”, garantiu o responsável.

O plano de requalificação visa um aumento da oferta dos serviços de saúde, contemplando desde a medicina geral e familiar a cuidados hospitalares, passando ainda pelos cuidados paliativos e cuidados continuados.

No requalificado parque de saúde ficarão instalados serviços do Ministério da Saúde como a Central de Esterilização Partilhada e o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências.

A Plataforma Lisboa em Defesa do SNS tem mostrado apreensão com o futuro do HPV, acusando a administração de “redução do número de camas e serviços no hospital”. A este respeito, Carlos Martins frisou que, “no futuro, vão ser aumentadas e que o parque de saúde passará a ter 274 camas”. Segundo o responsável, “na área dos cuidados paliativos e continuados será a Santa Casa da Misericórdia a pagar uma renda para a utilização do espaço”. O plano de requalificação contempla ainda a instalação da Unidade de Saúde Familiar (USF) do Lumiar.

No entender da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, a cedência de espaço para uma USF e a entrega dos cuidados continuados e paliativos à Santa Casa da Misericórdia “faz parte de uma estratégia de desmantelamento” do HPV.

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quinta-feira, 21 abril 2016 13:44

AR debate inclusão de novas vacinas no PNV

vacina bebe

O parlamento discute na sexta-feira projetos de resolução que propõem a inclusão, no Programa Nacional de Vacinação, da vacina contra o rotavírus, bem como a extensão da vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) a jovens rapazes.

O projeto de resolução apresentado pelo Bloco de Esquerda pretende que seja alargada “a indivíduos do sexo masculino a administração da vacina contra o HPV, lembrando que pode provocar nos homens cancro do ânus, do pénis, da cabeça e do pescoço.

A vacina contra o HPV foi introduzida no Programa Nacional de Vacinação em 2008, sendo portanto gratuita, e atualmente é administrada em duas doses a todas as raparigas entre os 10 e os 13 anos. O HPV pode provocar cancro do colo do útero.

Já o PCP defende, no seu projeto de resolução, que se alargue a vacina do HPV “para as raparigas e jovens até aos 25 anos”, enquanto o Partido Ecologista Os Verdes (PEV) pede o alargamento a todas as raparigas e mulheres até aos 25 anos e a integração dos jovens do sexo masculino.

Comum aos três projetos de resolução é a recomendação de inclusão, no Programa de Vacinação, da vacina contra o rotavírus, responsável por gastroenterites agudas.

O PCP considera ainda que deve ser avaliado o benefício clínico para integrar a vacina contra a meningite B.

Nos seus projetos de resolução autónomos, o Bloco e o PCP recomendam ainda ao Governo que tome medidas para garantir a reposição de ‘stocks’ de vacinas que integram o Programa e que reduza a dependência do exterior quanto ao fornecimento de vacinas.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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