Os sindicatos médicos tencionam manter a greve nacional agendada para 10 e 11 de maio, depois de uma reunião de ontem com a tutela, na qual “algumas matérias continuaram a afastar os sindicatos do Ministério da Saúde”.

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O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, considera que existem motivos que legitimam uma greve nacional de médicos e apelou ao ministro da Saúde para que crie o consenso necessário para evitar a paralisação.

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Os sindicatos médicos decidiram avançar para uma greve nacional nos dias 10 e 11 de maio.

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As organizações sindicais representativas dos médicos reúnem-se esta terça-feira para “concretizar formas de luta” pela ausência de medidas do Governo no setor, nomeadamente a reposição do pagamento das horas extraordinárias.

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O Governo comprometeu-se com os sindicatos médicos a repor 25% das horas extraordinárias a partir de abril a todos os profissionais de saúde e a negociar para que a reposição total ocorra até ao fim do ano.

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A Ordem dos Médicos (OM), a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) convocaram, para esta sexta feira, uma reunião alargada a todas as associações médicas com o objetivo de definir uma estratégia concertada de defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da dignidade dos médicos.

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A Ordem dos Médicos, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) reúnem-se esta segunda-feira à tarde para decidirem uma estratégia comum de resposta ao Governo.

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FNAM
Foram ontem (16 de dezembro) apresentadas medidas desenvolvidas por três especialistas a quem o Ministério da Saúde pediu propostas para a reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que assentam em três áreas principais: cuidados de saúde primários, cuidados de saúde hospitalares e cuidados continuados integrados.

Hoje, em comunicado, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) reagiu a esta notícia (que pode ver aqui), demonstrando apreensão em relação a uma das propostas no âmbito dos cuidados de saúde hospitalares.

A nota de imprensa do FNAM publicada na íntegra:

"A FNAM tomou conhecimento, através da comunicação social, que será intenção do recém-nomeado coordenador nacional para a reforma dos cuidados de saúde hospitalares institucionalizar a prática das chamadas equipas dedicadas ao serviço de urgência.

Torna-se urgente definir uma política nacional das urgências e não repetir a situação surgida ao longo dos últimos anos de serem adoptadas medidas pontuais em resposta à agudização de aspectos de funcionamento destes serviços.

Entendemos que é indispensável a definição de uma política que aclare o que são as urgências, qual a sua missão e qual o papel que devem desempenhar no contexto da
rede de prestação de cuidados de saúde.

Que defina também as medidas que permitirão desenvolver uma coordenação local e
regional eficaz entre a urgência e os outros segmentos assistências da rede de cuidados existente a nível da comunidade envolvente.

Uma política que defina, ainda, as acções específicas que permitam favorecer o relacionamento e a integração harmoniosa do serviço de urgência no âmbito do funcionamento de cada hospital.

Não podemos deixar de ter em conta que já hoje existe uma importante percentagem de médicos colocados nas equipas de urgência que são oriundos de empresas e que muitos deles, porque não são especialistas, não possuem qualquer formação específica.

Tratando-se de um assunto com fortes implicações laborais, a FNAM não prescinde do direito legalmente previsto de ser chamada à mesa de negociações para se encontrar
um consenso que, garantindo a qualidade de serviços prestados à população, dignifique o SNS e os médicos.

Estamos empenhados em contribuir decisivamente para a resolução dos graves
problemas existentes, mas não estamos dispostos, em circunstância alguma, a caucionar medidas ao sabor de círculos de interesses que nos suscitam as mais vivas apreensões."

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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