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quarta-feira, 17 junho 2015 18:57

HCPA Breakout Session on Cardiology

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Data: 19 de Junho

Local: Hotel da Estrela, Lisboa

O Hospital and Clinical Pharmacy Academy organiza uma sessão dedicada à área da Cardiologia, dirigida a farmacêuticos. O encontro científico decorre a 19 de Junho, no Hotel da Estrela, em Lisboa.

O programa está disponível aqui.

Mais informações aqui.

Secretariado:
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Data: 5 a 6 de Junho

Local: Centro de Congressos, Hotel Dom Pedro Golf, Algarve

Nos dias 5 e 6 de Junho decorrem as 20.ªs Jornadas de Cardiologia em Medicina Geral e Familiar, no Centro de Congressos, Hotel Dom Pedro Golf, no Algarve. Os Profs. Doutores Manuel Carrageta e José Coucello são o Presidente de Honra e o Presidente da sessão, respectivamente.

Consulte aqui o programa das jornadas.

Secretariado:
Prismédica.
Av. Miguel Bombarda, 61 • R/c Esq. • 1050-161 Lisboa
T. 21 358 43 80 | F. 21 358 43 89 | M. 91 849 44 68
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AtaqueCardiaco

Apenas 8% dos doentes portugueses com enfarte têm acesso a programas de reabilitação cardíaca, importantes para reduzir a mortalidade, ficando bem abaixo da média europeia, que se situa entre 30 a 50%.

As desigualdades na saúde cardiovascular nos países europeus são precisamente o tema central de um congresso que junta a partir de hoje em Lisboa cerca de 1.500 especialistas de vários países.

Em entrevista à agência Lusa, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Miguel Mendes, explicou que Portugal está, ao nível da mortalidade cardiovascular, “a meio da tabela” entre os países europeus.

Os países mais ricos são os que têm melhores resultados em termos de sobrevivência, os da bacia mediterrânea gozam de uma certa protecção pelo estilo de vida e dieta, enquanto os países da Europa de Leste apresentam a mortalidade mais elevada.

Relativamente a Portugal, a mortalidade cardiovascular tem-se reduzido nos últimos anos, embora o cardiologista sublinhe que só há estatísticas conhecidas até 2012.

Apesar desta redução da mortalidade ser positiva, Miguel Mendes considera que o país ainda precisa de se organizar melhor para “dar respostas mais correctas”, sendo também necessário melhorar a educação da população quanto à doença cardiovascular e à correcta forma de entrada no sistema – que deve ser feita através do 112 e não por deslocação por meios próprios às urgências.

Quanto ao que é necessário melhorar no sistema de saúde, o presidente da Sociedade de Cardiologia defende uma aposta na reabilitação cardíaca, só cumprida em Portugal por 8% dos doentes, quando há países europeus que chegam a atingir os 90%.

“O tratamento do enfarte agudo do miocárdio é, de facto, muito importante nas primeiras horas e aqui os serviços estão relativamente organizados e temos um sistema que funciona bastante bem. No internamento temos respostas boas. À saída do internamento é que já não estamos em padrões europeus, que tem a ver com a reabilitação cardíaca, um programa de acompanhamento e educação dos doentes”, afirmou Miguel Mendes.

A reabilitação cardíaca permite reduzir a mortalidade em cerca de 25%, dado que no primeiro ano após um enfarte tratado há ainda risco de problemas ou complicações.

A reabilitação é um programa de dois a três meses que integra exercício físico e educação do doente e da família em relação aos factores de risco: como controlo do stress, alimentação, eventual adaptação da vida profissional ou retoma da actividade sexual.

No Serviço Nacional de Saúde, apenas existem programas de reabilitação cardíaca nos grandes hospitais do Porto, em Faro e um outro de dimensão reduzida no hospital de Santa Marta, em Lisboa.

“Precisamos de montar uma resposta, sobretudo na zona sul do país”, refere Miguel Mendes, embora reconheça que no Minho e na zona das Beiras não há também qualquer resposta hospitalar ao nível da reabilitação.

Os cerca de 1.500 especialistas que estão reunidos até sábado em Lisboa, no encontro promovido pela Associação Europeia de Prevenção e Reabilitação Cardiovascular, vão debater instrumentos para reduzir a incidência da doença cardiovascular, que ainda é a principal causa de morte no mundo Ocidental, bem como discutir estratégias para fomentar na população um estilo de vida saudável e formas de cada país reduzir os factores de risco para a doença coronária.

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Investigacao_Cobaias

Um grupo de cientistas conseguiu reactivar o crescimento das células musculares do coração de um rato através do estímulo de uma hormona, abrindo a possibilidade para novos tratamentos contra ataques cardíacos, segundo um estudo divulgado hoje.

“O que a equipa de investigação conseguiu fazer foi aumentar o número de células musculares cardíacas em até 45% depois de um ataque do coração”, realçou Richard Harvey, da Universidade de Nova Gales do Sul e do Instituto de Investigação Cardíaca Victor Chang da Austrália.

Para o especialista, trata-se de um importante passo para reparar corações danificados, já que as suas células não se regeneram “ao contrário das do sangue, cabelo ou da pele”, refere um comunicado da universidade.

“A divisão celular no coração praticamente estagna pouco depois do nascimento, o que significa que não pode regenerar-se completamente se se danificar ao longo da vida”, explicou o mesmo responsável, acrescentando que estudos anteriores mostram que se podem regenerar estas células, mas a níveis mínimos.

No âmbito desta investigação, os cientistas centraram-se no sistema de sinalizações do coração – onde intervém a hormona neuroregulina, cuja via foi modificada e quando estimulada durante um ataque cardíaco contribuiu para a substituição dos músculos afectados, segundo o comunicado citado pela agência Efe.

“Esta conquista fará com que a atenção se dirija para o campo da restauração das células dos músculos do coração como uma opção terapêutica para as doenças cardiovasculares isquémicas”, enfatizou o chefe deste estudo do Instituto de Ciência Weizmann (Israel), em colaboração com o Instituto Victor Chang, publicado na revista Nature Cell Biology.

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Ramalhao_Carlos

Pesem embora muitos dos factores de risco para ambas as doenças serem os mesmos, a verdade é que de acordo com os últimos dados da OCDE, Portugal apresenta resultados muito maus no que toca à prevalência de acidentes vasculares cerebrais… E a segunda melhor posição no que se refere à doença coronária isquémica, na União Europeia… Como se poderá explicar esta aparente “contradição”? Carlos Ramalhão, Presidente das comissões científica e organizadora das Jornadas de actualização cardiológica do norte para Medicina Geral e Familiar, que decorreram de 21 a 23 de Janeiro, no Porto, aponta algumas razões. Desde logo, afirma, é preciso dizer que “a prevalência de morte por AVC relativamente à doença coronária não se verifica só em Portugal. De facto, embora em menor grau, Grécia e Itália e Luxemburgo apresentam valores também diferentes. Por outro lado, não existem diferenças nas duas situações nos países de Leste”. Segundo o especialista há, no entanto, factores que podem explicar as diferenças registadas entre nós: por exemplo, “existem mais alertas quanto à doença coronária do que relativamente à doença vascular cerebral (AVC); os meios de diagnóstico e tratamento precoce da doença coronária são mais eficazes e sofisticados (nomeadamente os avanços na cardiologia de intervenção precoce). Basta comparar o número de unidades de cuidados intensivos coronários com as unidades para AVC”. Segundo Carlos Ramalhão, os meios usados para prevenir e tratar o AVC – pese o avanço enorme que se tem verificado nesta área – foram durante vários anos “esquecidos” e os factores de risco insuficientemente tratados.

Mas há mais razões que poderão contribuir para uma eventual “distorção” dos números, como o hábito de rotular muitas mortes de causa desconhecida como acidente vascular cerebral. “É natural que nos números do relatório da OCDE ainda tenha influência um facto que se verificou no século passado e que infelizmente ainda hoje se verifica: toda a morte de causa desconhecida era e é em Portugal classificada de AVC. Até porque, explica o professor catedrático, habitualmente se verifica de noite e a maior parte das vezes não tem pródromos ao contrário da doença coronária, que ou já é conhecida ou apresenta sintomas prévios como angina de peito ou enfarte do miocárdio prévio”.

É preciso fazer mais ao nível da prevenção primária

Da análise dos dados resulta evidente que a prevenção primária – pelo menos no caso do AVC revelou-se ineficaz. Carlos Ramalhão concorda.“Infelizmente nós, médicos, temos que fazer um “mea culpa” porque, muitas vezes, somos pressionados (falo em geral) para ver muitos doentes e não temos tempo para fazer uma boa educação e promoção da saúde e prevenção da doença. Dois exemplos muito simples: os alimentos tem a quantidade de sal necessária ao organismo (não ao sal na confecção, não ao saleiro na mesa); a hipertensão arterial, embora muitas vezes medicada com fármacos não está a maior parte das vezes controlada. Como a HTA muitos outros factores de risco não são suficiente e eficazmente tratados, como o consumo de tabaco, diabetes, obesidade, falta de exercício físico, entre outros”, refere.

Quando questionado sobre a necessidade de uma intervenção política (legislativa) mais activa, designadamente no que se refere à promoção e comércio de produtos nocivos, o Professor catedrático não hesita: “concordo a 100%!”. Mesmo quando confrontado com o facto de que desde que entrou em vigor, em 2008, a Lei que proíbe fumar em espaços públicos… Conseguiu-se reduzir em apenas 2% o número de fumadores: “Penso que ainda é cedo para se tirarem conclusões e é sobretudo necessário explicar às pessoas que conviveram com fumadores vários anos que tem 80% dos riscos dos fumadores”, contrapõe.

Para o Director da Clínica do Coração, no Porto, todos os profissionais de saúde devem ser protagonistas da prevenção primária, “cabendo a parte de ‘Leão’ aos colegas de MGF”. Isto se, sublinha, “lhes derem tempo para o fazer”.

São necessárias redes entre níveis de cuidados

As jornadas de Actualização Cardiológica do Norte Para MGF constituem um bom exemplo da cooperação entre especialidades. Ao nosso jornal, o fundador da iniciativa e seu actual presidente explica o porquê da aposta “desde o início que entendemos que o melhor modo de transmitir conhecimento é a partilha de dúvidas de uma forma aberta e sem medo. Precisamos de saber quais as dúvidas dos colegas de MGF e eles precisam de saber as nossas, para melhor interpretar os seus problemas”. É por essa razão que o programa das jornadas inclui a apresentação de casos clínicos e sessões de “Dúvidas de Corredor”, explica, para logo acrescentar: “é claro que para além disto temos que os pôr a par dos novos meios de diagnóstico e terapêuticas, mesmo que não comparticipados pelo Estado.

A interacção entre os especialistas dos cuidados de saúde primários e os serviços de cardiologia é hoje muito “muito melhor que há 26 anos!”, quando foram criadas as jornadas de actualização, reconhece Carlos Ramalhão, que ao nosso jornal salientou a disponibilidade e a cordialidade de relações que hoje marca a ligação entre os dois níveis de cuidados.

Os desafios do futuro

O envelhecimento cada vez mais acentuado da população portuguesa irá, necessariamente, influenciar novos modelos de prestação. São necessárias “mais unidades de cuidados continuados, apoiadas por médicos de todas as especialidades, ainda que nalguns casos tenha que ser sem honorários. Todos temos obrigação de cuidar da nossa 4ª idade”, defende Carlos Ramalhão, que denuncia o facto de os recursos humanos da Saúde, quer em número, quer em especialização, não terem conseguido acompanhar esta tendência demográfica civilizacional, “sobretudo pela concentração no Litoral. O interior está manifestamente em inferioridade, embora se tenham verificado já algumas melhorias”, destaca.

Vão ser necessários mais cardiologistas

Para o presidente da Comissão Organizadora das XXVI Jornadas de Actualização Cardiológica do Norte para MGF, são necessários mais especialistas para fazer face às necessidades crescentes que hoje se verificam. É preciso sangue novo: “é óbvio que não somos eternos e com o tempo perdemos qualidades”. É, pois, necessário, “renovar as especialidades, não só a Cardiologia, com mentes mais frescas, mais sabedoras” e também mais disponíveis e, sobretudo, mais dispersas pelo País”.

Capacidade formativa para um potencial aumento do número de internos não constitui problema: “quando há boa vontade tudo é possível. Lembro-me de em 1975 ter quinhentos alunos”… Sem perder de vista a necessidade de uma selecção criteriosa, de modo a “só deixar entrar em Medicina quem tivesse vocação”, conclui.

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quinta-feira, 22 janeiro 2015 00:13

VII Encontro Coração e Família

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DATA: 12 a 14 de Março

LOCAL: Vila Nova de Gaia

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quarta-feira, 21 janeiro 2015 19:01

4º Congresso de Casos Clínicos em Cardiologia

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DATA: 27 a 28 de Fevereiro

LOCAL: Lisboa

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quarta-feira, 21 janeiro 2015 18:08

V Congresso – Novas Fronteiras em Cardiologia

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DATA: 20 a 22 de Fevereiro

LOCAL: Óbidos

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MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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