Como agir perante a exacerbação? A resposta em “Atualização e Formação em DPOC”
DATA
01/07/2022 11:19:24
AUTOR
Jornal Médico
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Como agir perante a exacerbação? A resposta em “Atualização e Formação em DPOC”

Para uma abordagem clínica do agravamento agudo da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e qual a sequência terapêutica a adotar em cada caso, o pneumologista João Cardoso esclarece cada tomada de decisão. Este é o sexto módulo da plataforma de e-learning do Jornal Médico, dedicado na totalidade às “Exacerbações da DPOC”. Assista ao módulo-vídeo.

Primeiro, importa esclarecer como devem ser entendidas as exacerbações em DPOC, pelo que a iniciativa GOLD de 2021 veio definir a exacerbação como um “episódio de agravamento agudo de sintomas respiratórios, que resulta na necessidade de terapêutica adicional”.

E a intervenção com terapêutica farmacológica está dependente do grau de exacerbação, que está dividido em três níveis. Ou seja, no caso de ser ligeira aplica-se “tratamento com broncodilatadores de curta ação”; no caso de ser moderada, aplica-se “tratamento com broncodilatadores de curta ação em associação a antibióticos e/ou corticoides orais”; e, no caso de ser grave, terá de se recorrer à hospitalização ou atendimento nas urgências hospitalares”, identifica João Cardoso.

Assista ao sexto módulo e fique a conhecer o fluxograma de referenciação hospitalar, de acordo com a avaliação e classificação da DPOC. 

Este e outros seis módulos-vídeo de Atualização e Formação em DPOC são destinados a profissionais de saúde das áreas: Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Pneumologia, abrangendo ainda médicos internos do Ano Comum e outras especialidades com interesse na DPOC. Aceda aos conteúdos através de inscrição, na plataforma.

Uma iniciativa do Jornal Médico, com o apoio da Bial e com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.