“Discussão de Casos Clínicos na Dor Crónica” é o mote da 5.ª edição do Curso Pós-Graduado E-DOR
DATA
24/06/2022 09:23:57
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Jornal Médico
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“Discussão de Casos Clínicos na Dor Crónica” é o mote da 5.ª edição do Curso Pós-Graduado E-DOR

A companhia farmacêutica Grünenthal lança, pelo quinto ano consecutivo, o webinar “E-DOR”, este  ano, focada na “Discussão de Casos Clínicos na Dor Crónica”. O primeiro módulo - “Será Dor de Cabeça ou Enxaqueca?” - decorre no próximo dia 25 de junho, sábado, e é dirigido por Filipe Palavra, médico neurologista no Centro Hospitalar e  Universitário de Coimbra (CHUC) e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de  Neurologia (SPN), e por Rui Miranda, médico de Medicina Geral e Familiar na Unidade de Saúde Familiar Balsa, Tavira.  

As temáticas que vão ser exploradas durante esta 5.ª edição têm em vista responder às necessidades transmitidas pelos participantes ao longo do projeto. Assim, os módulos  irão focar questões da prática clínica relacionadas com cefaleias, dor em ortopedia, dor em doentes oncológicos ou o tratamento farmacológico da dor. O último módulo, em  dezembro, será dedicado à discussão de casos clínicos enviados pelos participantes. 

O webinar é transmitido na página Dr. Share, uma plataforma de acesso exclusivo a médicos, e é composto por seis módulos interativos, distribuídos ao longo do ano – com 3h de formação e 2h de exercícios complementares entre módulos, correspondendo a uma totalidade de 30 horas.  Todos os formandos que obtiverem avaliação final positiva, cumpram a assiduidade e o envio dos exercícios complementares entre módulos, recebem um  certificado de conclusão do curso.

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias, e devem ser efetuadas em www.drshare.pt. Programa completo disponível em: https://www.mgfamiliar.net/curso-e dor-2022/ . 

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.