Pfizer abre candidaturas para bolsas de investigação na área da COVID-19
DATA
10/05/2022 09:52:39
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Jornal Médico
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Pfizer abre candidaturas para bolsas de investigação na área da COVID-19

O Programa Global de Bolsas de Investigação 2022, desenvolvido pela Pfizer, tem abertas candidaturas para bolsas no valor total de 600 mil dólares na área da COVID-19. Está prevista a atribuição de três bolsas e as propostas podem ser enviadas até dia 14 de junho.

A atribuição das bolsas dependerá da decisão dos membros do painel de revisores da Pfizer que, somente, solicita relatórios sobre os resultados e o seu impacto, para partilha pública.

“Estas bolsas estão inseridas no programa Pfizer Global Medical Grants (GMG), criado para apoiar iniciativas independentes, com o objetivo de melhorar os resultados em saúde e responder a necessidades médicas não satisfeitas, alinhadas com a estratégia científica da Pfizer”, lê-se em comunicado.

Este programa foi criado com o objetivo de “aumentar a compreensão das guidelines de vacinação contra a COVID-19”, “melhorar a gestão clínica” e, por fim, “descrever a efetividade e a segurança da vacina contra a COVID-19, bem como descrever as diversas variantes como fator crítico em vagas futuras da pandemia”.

Quanto aos projetos que não elegíveis para bolsa, A Pfizer acrescenta ainda, em comunicado, que “não é [nossa] intenção apoiar projetos de investigação clínica. Projetos que avaliem a eficácia das terapêuticas ou de meios de diagnóstico não serão considerados”. Consulte aqui mais informações sobre as bolsas de investigação.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.