Impacto da pandemia COVID-19 na MGF e o estado da arte do tratamento enfoque na conferência MSD
DATA
06/05/2022 15:25:22
AUTOR
Jornal Médico
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Impacto da pandemia COVID-19 na MGF e o estado da arte do tratamento enfoque na conferência MSD

A MSD vai realizar a conferência “COVID-19 : The Rise of a New Therapeutical Culture?”, dia 14 de maio, das 09h30 às 12h40, para contestar os próximos passos para um melhor controle da pandemia. Será avaliado ainda o impacto da COVID-19, em particular, nos Cuidados de Saúde Primários portugueses.

O evento acontecerá, acionado na Inspira Liberdade Boutique Hotel em Lisboa, e é a profissionais de saúde Geral e Familiar, áreas de Medicina Pública Interna, Pneumologia, Infeciologia e Saúde.

 A Diretora Médica da MSD Portugal, Dra.ª Paula Martins de Jesus, irá dar início à conferência. A primeira intervenção será feita por Paulo Paixão, microbiologista  da NOVA Medical School , para uma análise à evolução e impacto atual da pandemia por COVID-19.

 Segue-se a apresentação e discussão de casos clínicos, com foco nos doentes alto risco para progressão para doença grave por SARS-CoV-2 e na condição pós-COVID-19, onde vão participar Fábio Oliveira, Médico de Família, no Hospital CUF Cascais; Marlene Alves, Médica de Família, na Unidade de Saúde Familiar Santa Maria Benedita (ACES Oeste Norte) e João Alves, infeciologista no Hospital Egas Moniz. A moderação vai ficar a cargo de Paulo Santos, Médico de Família e Professor na Faculdade de Medicina do Porto e de António Diniz, m pneumologista, no Hospital Pulido Valente.

 O último momento, intitulado “ Impactful News - And So What? ”, vai ser apresentado por Ana Correia de Oliveira, Médica de Família, Unidade de Saúde Familiar Cedofeita (ACES Porto Ocidental) e por Diva Trigo, infeciologista, no Hospital Prof. -19 na Medicina Geral e Familiar e o estado da arte do tratamento.

A participação presencial, ou remotamente, para participação  online  e obterem mais informações, podem ser realizadas presencialmente, participando aqui.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.