DGS regula vacinação de cidadãos estrangeiros sob proteção temporária
DATA
22/03/2022 13:54:54
AUTOR
Jornal Médico
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DGS regula vacinação de cidadãos estrangeiros sob proteção temporária

A Direção-Geral de Saúde (DGS) publicou uma norma que define as estratégias de vacinação de cidadãos estrangeiros no contexto de proteção temporária, considerando a vacinação como uma das prioridades do programa de acolhimento.

Os esquemas vacinais de origem dos cidadãos estrangeiros devem ser adaptados com os recomendados em Portugal, segundo a norma. Definiram-se prioridades de vacinação contra o sarampo e poliomielite, uma vez que existe um maior risco de determinadas doenças evitáveis pela vacinação em países com baixas coberturas vacinais e perante conjunturas disruptivas.

Emitiram-se ainda recomendações à vacinação contra a tuberculose, de acordo com o Programa Nacional de Vacinação (PNV), bem como à Campanha de Vacinação contra a COVID-19 e à Campanha de Vacinação contra a gripe sazonal.

A vacinação deverá efetuar-se após avaliação do estado vacinal, de acordo com a idade e eventuais patologias de risco ou circunstâncias especiais, devendo ser administradas todas as vacinas consideradas necessárias, sempre que possível.

A adesão a estas medidas será promovida junto destes cidadãos estrangeiros através de estratégias comunitárias e individuais de comunicação dirigidas. 

A norma da DGS pode ser consultada aqui.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.