NEForMI organiza Curso de Abordagem na Fase Aguda do Acidente Vascular Cerebral
DATA
07/02/2022 09:16:29
AUTOR
Jornal Médico
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NEForMI organiza Curso de Abordagem na Fase Aguda do Acidente Vascular Cerebral

O Núcleo de Estudos de Formação em Medicina Interna (NEForMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar o Curso de Abordagem na Fase Aguda do Acidente Vascular Cerebral nos dias 11 e 12 de março de 2022, em Lisboa.

“A doença vascular cerebral é a principal causa de mortalidade e incapacidade permanente em Portugal. A cada hora três portugueses sofrem um acidente vascular cerebral, um deles não sobrevive, e metade dos sobreviventes ficará com sequelas incapacitantes”, frisou a coordenadora do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral (NEDVC), Luísa Fonseca.

Advertiu ainda que a identificação precoce dos doentes com AVC é, por isso, “extremamente importante” no “sentido de permitir o acesso rápido a cuidados diferenciados, sendo também necessário realizar uma correta investigação etiológica, de modo a determinar o tratamento mais adequado, com vista a diminuir a recorrência”.

No final do curso, os formandos vão ser capazes de “rapidamente reconhecer os doentes com Acidente Vascular Cerebral agudo e os critérios de ativação e da Via Verde de AVC; proporcionar o tratamento mais adequado aos doentes com AVC (isquémico ou hemorrágico) na fase hiperaguda e na fase aguda; realizar uma correta avaliação etiológica para cada tipo de patologia e para cada doente; propor o melhor tratamento para prevenção secundária de cada um dos tipos de doença Vascular Cerebral e quais os objetivos da mesma e identificar e tratar as complicações médicas e neurológicas mais frequentes na fase aguda”, enumerou Luísa Fonseca.

O curso destina-se a médicos Internos ou especialistas de Medicina Interna, médicos de outras especialidades médicas e a médicos do Ano Comum. Consulte mais informações AQUI.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.