Rede CUF chega a Leiria
DATA
24/11/2021 17:06:07
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Jornal Médico
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Rede CUF chega a Leiria

Leiria conta, a partir de 2022, com a Clínica CUF. Em 2025, com um investimento de 50 milhões de euros, será criado o Hospital CUF Leiria, que permitirá criar mais de 300 postos de trabalho.

Num projeto em parceria com o grupo local Mekkin, o futuro Hospital CUF Leiria irá disponibilizar, a uma área de influência de mais de meio milhão de habitantes da região Centro, uma oferta clínica diferenciada, equipamento e tecnologia de diagnóstico e tratamento de última geração, sendo uma unidade hospitalar capaz de responder, com qualidade e segurança, até aos casos mais complexos.

A nova unidade hospitalar terá uma área de mais de 12 mil m2 e irá contar com mais de 30 camas de internamento, incluindo uma Unidade de Cuidados Intermédios, três salas de Bloco Operatório e 34 gabinetes de consulta. Disponibilizará ainda os serviços de Imagiologia, Atendimento Médico Não Programado Adultos e Pediátrico, Hospital de Dia Médico e Oncológico, entre muitos outros, contando com mais de 20 especialidades médicas e cirúrgicas.

“O Hospital CUF Leiria é a materialização do projeto de expansão da rede CUF. Queremos continuar a chegar a cada vez mais territórios, a chegar a mais pontos do país, consolidando a nossa rede de cuidados de saúde a nível nacional, para continuar a responder às necessidades da população e do país”, afirma o presidente da comissão executiva da CUF, Rui Diniz em comunicado enviado, acrescentando que “é um projeto que acreditamos que virá contribuir para o desenvolvimento socioeconómico de uma região que, por si só, já é muito dinâmica e dispõe de recursos humanos muito qualificados”.

Com conclusão prevista para 2025, o Hospital CUF Leiria ficará localizado na Urbanização da Quinta da Malta, local onde já a partir de 2022 irá nascer uma Clínica CUF, para responder às necessidades da população com uma vasta oferta de consultas e exames.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.