Vacina da gripe: Utentes elegíveis para vacina gratuita serão convocados pelo SNS
DATA
27/09/2021 14:14:12
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Jornal Médico
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Vacina da gripe: Utentes elegíveis para vacina gratuita serão convocados pelo SNS

Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) elegíveis para a toma gratuita da vacina contra a gripe vão ser convocados por SMS, telefonema ou carta das unidades de saúde, por idade decrescente.

 

Segundo a norma da Direção-Geral da Saúde (DGS), as Administrações Regionais de Saúde (ARS) em conjunto com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) devem fazer o “mapeamento das pessoas elegíveis em cada região, de acordo com os critérios definidos” para integrar a vacinação gratuita.

Pode ler-se no documento da DGS que “os pontos de vacinação do SNS, após a validação e atualização das pessoas elegíveis, e consoante a sua capacidade instalada para vacinação, procedem ao agendamento da vacinação e à convocatória das pessoas, de acordo com os grupos prioritários definidos na presente norma e respeitando o critério de precedência por grupo etário decrescente, e, quando clinicamente fundamentado, a gravidade clínica das patologias definidas”.

“Para as pessoas não abrangidas pela vacinação gratuita no SNS, a vacina contra a gripe é dispensada nas farmácias comunitárias através de prescrição médica, com comparticipação de 37%”, elucida ainda a norma da DGS, referindo também que as receitas médicas com prescrição da toma da vacina são válidas até 31 de dezembro.

A primeira fase da vacinação gratuita arranca hoje e abrange pessoas em “determinados contextos” como lares, rede de cuidados continuados, profissionais do SNS e grávidas.

Já na segunda fase, serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, destacando-se pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou outras condições previstas na norma da vacinação contra a gripe 2021/22, como doentes crónicos ou imunodeprimidos.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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