Cancro do pulmão: MSD Portugal e ANF valorizam papel do farmacêutico no acompanhamento do doente

A MSD Portugal, em parceria com a Escola de Pós-graduação em Saúde e Gestão da Associação Nacional de Farmácias (ANF), realizou uma sessão de formação, via online, sob o tema “Cancro do Pulmão: como pode o farmacêutico mudar a vida do doente”, que contou com mais de 300 participantes.

Na referida sessão, Fernando Barata, diretor do Departamento de Oncologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), explicou a importância da deteção precoce dos sinais e sintomas do cancro do pulmão, mas também de dotar a assistência de mais conhecimento sobre a prevalência, os fatores de risco e os tratamentos desta condição oncológica.

A MSD Portugal e a Escola de Pós-graduação em Saúde e Gestão da ANF estão a apostar na formação dos farmacêuticos, dando-lhes as ferramentas necessárias para identificarem sinais e sintomas do cancro do pulmão.

Reconhecer os sinais e sintomas do cancro do pulmão é o primeiro passo para chegar ao diagnóstico clínico. Muitas vezes, decorre um longo período entre o surgimento destes sinais e a consulta ao médico de família. É nesta fase inicial que os farmacêuticos podem desempenhar um papel diferenciador, referenciando os doentes para os cuidados médicos.

Embora a sobrevivência dos doentes com cancro do pulmão tenha aumentado, em Portugal há, anualmente, 4.700 mortes e 5.600 novos casos.

Investir na Saúde é também investir na Formação
Editorial | Carlos Mestre
Investir na Saúde é também investir na Formação

Em março de 2021 existia em Portugal continental um total de 898.240 pessoas sem Médico de Família (MF) atribuído, ou seja, 8,7% da população não tem um acompanhamento regular com todas as medidas preventivas e curativas inerentes ao papel do especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF).

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