COVID-19: DGS assinala que quase metade da população tem a vacinação completa
DATA
23/07/2021 11:29:16
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Jornal Médico
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COVID-19: DGS assinala que quase metade da população tem a vacinação completa

Quase metade da população portuguesa, o equivalente a mais de 4,8 milhões de pessoas, já tem a vacinação completa contra a COVID-19, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

 

De acordo com o relatório semanal da DGS, 47% dos portugueses já completou a vacinação e cerca de 64% – mais de 6,5 milhões de pessoas – já recebeu, pelo menos, uma dose da vacina.

Por grupos etários, 99% dos idosos com mais de 80 anos (676.157) já foi inoculado com a primeira dose e 95% (649.070) já concluiu o seu processo vacinal. São percentagens muito próximas às registadas no grupo entre os 65 e os 79 anos.

Relativamente à faixa etária 50-64 anos, 92% (1.991.296) tomou, pelo menos, a primeira dose e 77% (1.674.816) tem a vacinação completa. No que reporta ao grupo etário 25-49 anos, 66% (2.205.185) já começou a vacinação e 30% (996.581) já concluiu.

Quanto à cobertura vacinal por regiões, o Alentejo lidera na percentagem de pessoas com vacinação completa (54%), seguindo-se o Centro (51%), os Açores (49%), o Norte, Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve, as três com 46%, e a Madeira (45%).

O relatório da DGS refere ainda que Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais doses administradas, supera já os 3,8 milhões, estando o Norte muito perto, com cerca de 3,7 milhões. No Centro, esse registo ultrapassa 1,8 milhões de vacinas; no Alentejo, cerca de 535 mil; no Algarve, mais de 450 mil; nos Açores, mais de 252 mil; e na Madeira, quase 268 mil.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.