Mais 1.532 vagas para médicos da área hospitalar, Medicina Geral e Familiar e Saúde Pública
DATA
02/07/2021 14:14:40
AUTOR
Jornal Médico
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Mais 1.532 vagas para médicos da área hospitalar, Medicina Geral e Familiar e Saúde Pública

Já está publicado em Diário da República, o despacho do secretário de estado adjunto e da saúde, António Lacerda Sales, com a distribuição do contingente das 1.532 vagas do concurso de 1.ª época dos recém-especialistas nas áreas hospitalares (1.041), de Medicina Geral e Familiar (459) e de Saúde Pública (32). (Despacho n.º 6450-A/2021)

De acordo com o Governo, este concurso representa a maior evolução do número de vagas nos últimos anos, com um aumento de cerca de 10,6% dos postos de trabalho, em relação a 2020.

“O fortalecimento do Serviço da Nacional de Saúde (SNS) e da sua capacidade de resposta às necessidades da população”, refletida na abertura do referido concurso vai, segundo o executivo, “ao encontro do Programa do XXII Governo Constitucional”. E, além disso, tem o propósito de Pretende melhorar o acesso e a qualidade, apostar na equidade e universalidade dos serviços prestados e no reforço de recursos humanos no SNS, particularmente, no recrutamento de médicos.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.