Profissionais de saúde contratados para o combate à Covid-19 reforçam SNS
DATA
12/05/2021 09:52:18
AUTOR
Jornal Médico
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Profissionais de saúde contratados para o combate à Covid-19 reforçam SNS
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai poder integrar os profissionais de saúde que foram contratados no âmbito da Covid-19, com contratos de trabalho sem termo ou por tempo indeterminado em funções públicas.

Segundo comunicado enviado, 2474 profissionais de saúde contratados para o combate à Covid-19 vão reforçar o SNS. Esta autorização consta do despacho assinado pelo Ministro de Estado e das Finanças, a Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública e a Ministra da Saúde, publicado em Diário da República, no dia 12 de maio.

Para o reforço e diferenciação das respostas de Cuidados de Saúde Primários é autorizada a contratação de 165 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica de radiologia, 630 enfermeiros, 465 assistentes técnicos e 110 assistentes operacionais. Na Saúde Pública está autorizado o desenvolvimento de procedimentos concursais para a contratação de 110 enfermeiros em saúde comunitária e saúde pública e de 110 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica de saúde ambiental.

Relativamente à Medicina Intensiva está prevista a contratação de 60 médicos para a formação especializada em Medicina Intensiva, 626 enfermeiros e 198 assistentes operacionais.

No início de 2021 foram contratados 30 profissionais para Equipas Comunitárias de Psiquiatria e Saúde Mental da Infância e Adolescência e 233 médicos recém-especialistas.

Este reforço será ainda acrescido da contratação dos médicos recém especialistas que venham a concluir a especialidade na primeira época de 2021 e de outras contratações diretas que venham a revelar-se necessárias.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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