Bastonário da OM homenageado como “profissional do ano”
DATA
07/05/2021 15:13:52
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Jornal Médico
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Bastonário da OM homenageado como “profissional do ano”

O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães recebeu a distinção de “profissional do ano” pelo Rotary Club da Maia, numa cerimónia de reconhecimento a todos os médicos e restantes profissionais de saúde. Em causa está o “serviço de mérito extremo” ao país durante a pandemia.

Numa sessão solene, o presidente do Rotary Club da Maia, Vasco Freitas Silva, destacou o momento simbólico de agradecimento a todos os profissionais de saúde. “De forma competente, dedicada e com espírito de sacrifício, os profissionais de saúde têm sido incansáveis. Não só os que foram mobilizados para a pandemia, mas também os restantes, pois a saúde não começa, nem acaba, na Covid-19”, afirmou.

Em representação do Rotary Club da Maia, Vasco Freitas Silva fez uma homenagem ao bastonário da OM de forma “simbólica”, em representação dos médicos e dos restantes profissionais, mas também pelo seu sentido pessoal de “humanismo e solidariedade” e pelo trabalho de “apelo à mobilização dos médicos”.

Miguel Guimarães agradeceu o reconhecimento, em nome dos médicos, mas estendeu a saudação aos restantes profissionais de saúde e profissionais, tais como os bombeiros, os polícias, as pessoas ligadas ao setor da alimentação, os cuidadores informais, entre tantos outros.

“Gostava de deixar a minha gratidão a todos os profissionais de saúde, conseguiram estar à altura de um desafio que não foi fácil”, começou por dizer Miguel Guimarães, relembrando todos os “colegas, médicos, enfermeiros e assistentes operacionais” que “chegaram a estar exaustos, a entrar em burnout e em sofrimento ético”.

“A pandemia mostrou que a saúde é tão importante que, em alturas de crise, influencia com todas as outras áreas, da economia à justiça, passando pela educação”, finalizou.

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
Um ano depois…

Corria o ano de 2020. A Primavera estava a desabrochar e os dias mais quentes e longos convidavam a passeios nos jardins e nos parques, a convívios e desportos ao ar livre. Mas quando ela, de facto, chegou, a vida estava em suspenso e tudo o que era básico e que tínhamos como garantido, tinha fugido. Vimos a Primavera através de vidros, os amigos e familiares pelos ecrãs. As ruas desertas, as mensagens nas varandas, as escolas e parques infantis silenciosos. Faz agora um ano.

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