SPH assinala 3.ª Semana da Hipertensão
DATA
06/05/2021 11:18:14
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



SPH assinala 3.ª Semana da Hipertensão

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) vai assinalar a 3.ª Semana da Hipertensão, que decorre de 16 a 24 de maio, e pretende sensibilizar a sociedade para o tema e alertar para a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença.

As atividades previstas passam pela realização de webinares temáticos em formato digital, que permitam esclarecer dúvidas e orientar na prática do exercício físico e de uma alimentação equilibrada, conforme anuncia a SPH em nota enviada.

A SPH tem como objetivos “desconstruir mitos relacionados com o dia-a-dia de um doente hipertenso, incentivar a atividade física regular e uma alimentação saudável com baixo teor de sal e relembrar a importância de cumprir a toma da medicação prescrita”.

O presidente da SPH, Luís Bronze, refere que “a hipertensão é apropriadamente apelidada de ‘doença silenciosa’, não tem sintomas, não se manifesta e, em grande parte dos casos, só é detetada quando é ativamente avaliada”, no entanto, está diretamente ligada a doenças cardiovasculares graves, como o acidente vascular cerebral ou o enfarte do miocárdio. Luís Bronze sublinha a gravidade da doença comparando-a com a pandemia da Covid-19, afirmando que “a hipertensão arterial já é uma pandemia, a única diferença, em relação à pandemia em que atualmente vivemos, é a de que o contágio não depende de um vírus agressivo. O contágio é cultural, mas tem, como é reconhecido, dimensões virais e semelhante perigosidade”.

 A 17 de maio assinala-se o Dia Mundial da Hipertensão, promovido mundialmente pela World Hypertension League, com o objetivo de aumentar a consciencialização sobre a hipertensão arterial em toda a população no mundo. O tema deste ano é “Meça sua pressão arterial, controle-a, viva mais”.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

Mais lidas