DGS atualiza normas e dá início a vacinação de quem tem entre 16 e 79 anos
DATA
22/04/2021 10:25:55
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Jornal Médico
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DGS atualiza normas e dá início a vacinação de quem tem entre 16 e 79 anos

A Direção-Geral de Saúde (DGS) anunciou que atualizou as normas de vacinação contra a Covid-19 devido a uma maior disponibilidade de doses e vai começar a vacinação de pessoas entre 16 e 79 anos.

Em comunicado divulgado, a DGS indica que, na segunda fase do plano de vacinação, são definidas duas estratégias distintas: “A vacinação por faixas etárias decrescentes, até aos 16 anos, e de pessoas com 16 ou mais anos e que tenham doenças com risco acrescido de Covid-19 grave ou morte”, noticia a agência Lusa.

Independentemente da idade, as doenças que darão prioridade na toma da vacina, são a diabetes, obesidade grave, doença oncológica ativa, transplantação e imunossupressão, doenças neurológicas graves e doenças mentais.

Para além disso, passam a estar incluídos na segunda fase de vacinação, as pessoas que recuperaram de infeção por Covid-19 “há pelo menos seis meses” e que estejam “de acordo com o grupo prioritário ou a faixa etária a que pertencem”.

Na segunda fase, serão vacinadas as pessoas com idades entre os 16 e 79 anos, por faixas etárias decrescentes e dando prioridade a quem tenha doenças de risco, continuando também a ser administradas vacinas aos trabalhadores de áreas essenciais do Estado.

A DGS anunciou ainda que, quando for iniciada a administração de doses a pessoas com menos de 60 anos, a vacinação será feita com apenas uma dose, “independentemente de ser uma vacina com esquema vacinal de uma ou duas doses”. As duas doses continuarão a ser administradas a pessoas que recuperaram da infeção e que apresentem condições de imunossupressão.

“O Plano de Vacinação é dinâmico, evolutivo e adaptável à evolução do conhecimento científico e à calendarização da chegada a Portugal das diferentes vacinas contra a Covid-19”, explica a entidade, sublinhando que o objetivo é “salvar vidas, através da redução da mortalidade e dos internamentos” e “preservar a resiliência do sistema de saúde e do sistema de resposta à pandemia e do Estado”.

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
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