37.º ENMGF: As 10 evidências clínicas de 2019 serão as últimas
DATA
28/09/2020 10:38:01
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Jornal Médico
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37.º ENMGF: As 10 evidências clínicas de 2019 serão as últimas

Depois de mais de uma década a proporcionar evidência clínica de elevada qualidade aos médicos de Medicina Geral e Familiar, a tradicional sessão das 10 Evidências Clinicamente Relevantes para os Cuidados de Saúde Primários – apresentada anualmente pelo Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência (CEMBE) no âmbito do Encontro Nacional de MGF – chega à sua última edição.

Abordando áreas desde a Cardiologia às novas tecnologias em Saúde, as evidências de 2019 tocam em tópicos de interesse atual. A saber: Será que temos uma alimentação saudável? Que evidência existe sobre lacticínios? E sobre o adoçante?; Afinal, os rastreios tradicionalmente realizados funcionam? Que dúvidas existem sobre o PSA? e sobre o cancro do cólon?; Poderá um gadget tecnológico moderno, usado por qualquer pessoa, contribuir para a medicina baseada na evidência?

A sessão – agendada para dia 1 de outubro, às 18h30 – conta com a moderação do médico de família da USF Aveiro/Aradas Tiago Maricoto. As evidências serão apresentadas por António Vaz Carneiro, Raquel Vareda e Juan José Rachadell, do Instituto de Saúde Baseada na Evidência (Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa) e da Cochrane Portugal.

O 37.º ENMGF já está no ar e, até ao próximo dia 1 de outubro, os interessados têm a oportunidade de participar em inúmeras sessões de cariz científico e técnico-profissional, com destaque para as mesas-redondas sobre a evolução da carreira médica, o internato médico e os custos e carga de doença aterosclerótica. Caso ainda não esteja inscrito e não possua o seu acesso à plataforma do Encontro Nacional, pode inscrever-se em www.37enmgf.pt.

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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