De acordo com o boletim da DGS, desde o início da pandemia, registaram-se 58.633 casos de infeção e 1.824 mortes.
A região norte foi a que registou mais novos casos nas últimas 24 horas, com 184 infeções confirmadas, contabilizando 21.125 casos.
Os três óbitos ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, que totaliza agora 671 mortos e 30.208 casos (mais 168 nas últimas 24 horas).
A região Centro contabiliza 4.853 casos confirmados (mais 23), o Algarve 1.123 (11 novos casos), e o Alentejo regista 949 (mais dois). Nenhuma destas regiões registou qualquer novo óbito por Covid-19.
Nos Açores foi registado um novo caso. Na Madeira foi registado também um novo infetados, nas últimas 24 horas.
Os Açores totalizam 214 casos desde o início da pandemia e 15 mortes, e a Madeira 161 casos e nenhum óbito por Covid-19.
De acordo com o boletim, houve mais 129 doentes recuperados, totalizando 42.233 casos de recuperação.
A DGS indica também que houve ainda uma diminuição no número de doentes internados (menos 13), totalizando 337, e menos três casos nos cuidados intensivos (total de 41) em relação a terça-feira.
Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, sendo entre os 30 e os 39 anos que se registam mais infeções, contabilizando-se um total de 9.640, seguida da faixa etária entre os 40 e os 49 anos, com 9.639 casos, e entre os 20 e os 29 anos, com 9.244.
Os dados indicam ainda que houve 26.372 homens e 32.261 mulheres infetados desde o início da pandemia.
Do total de vítimas mortais, 921 são homens e 906 são mulheres.
O maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos, com 1.220 mortes registadas desde o início da pandemia, seguindo-se as faixas entre os 70 e os 79 anos (362).
Os dois óbitos registados nas últimas 24 horas foram de pessoas na faixa etária dos 70 aos 79 anos.
As autoridades de saúde têm sob vigilância 33.914 pessoas (menos 84 do que na véspera).
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.