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Covid-19: Diretor-geral da OMS pede que não haja politização
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11/02/2020 16:16:46
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Covid-19: Diretor-geral da OMS pede que não haja politização

Começou hoje uma reunião na sede da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra. Apelando à união da comunidade internacional na luta contra o coronavírus, o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, veio pedir que não haja politização.

Em conferência de imprensa, o representante lembrou, face algumas tentativas de politizar a reunião, que o objetivo da reunião, que junta especialistas do mundo inteiro, é acelerar o desenvolvimento de diagnósticos, tratamentos e vacinas contra a doença. Apesar de não dar exemplos concretos dessa politização, o responsável afirmou que esta deve ser evitada e defendeu que o foco incida sobre a ciência.

“Politizar a reunião não nos vai ajudar, devemos focar-nos num inimigo comum contra a humanidade”, sublinhou Tedros Ghebreyesus. Em tom de advertência, aponta para os recentes de pacientes contagiados em França e no Reino Unido sem terem estado na China como um motivo de preocupação maior.

A mensagem do diretor-geral da OMS é a de um apelo ao esforço conjunto. Nas suas palavras, “há um inimigo que só podemos vencer se o fizermos em uníssono e unidos”.

Recorde-se que as afirmações decorrem após alguns países terem criticado a gestão da crise de saúde feita pela China.

Chebreyesus confirmou ainda que uma equipa de especialistas da OMS, liderada pelo médico canadiano Bruce Aylward, já chegou a Pequim para se juntar aos colegas chinesas no estudo de potencias medidas a adotar contra a epidemia, com liberdade total para decidir os lugares a visitar e para planear as estratégias. Nos próximos dias, é expetável que a equipa se prepare para ser alargada até um total de 10 a 15 pessoas.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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