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Dados provisórios apontam para redução de 40% na lista de espera para consultas hospitalares em 2019
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10/02/2020 12:09:09
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Dados provisórios apontam para redução de 40% na lista de espera para consultas hospitalares em 2019

As listas de espera para consulta nos hospitais portugueses terão sofrido uma redução de 40% em 2019. Os “dados provisórios” foram adiantados pela ministra da Saúde, Marta Temido, na passada sexta-feira.

Considerando que os objetivos traçados não foram cumpridos na totalidade, a representante afirma, contudo, que “nunca houve tão poucos doentes à espera de uma consulta hospitalar como no ano de 2019”. Segundo Marta Temido, os dados provisórios, que apontam para uma redução de 40% da lista de pessoas à espera de uma consulta há mais de um ano, “só podem melhorar; não podem piorar”.

No sentido de, em conjunto com os conselhos de administração, “controlar o problema das listas de espera”, a responsável pela pasta da Saúde declara que o Governo irá manter a “qualificação do acesso” às consultas e cirurgias como “prioridade no ano de 2020”. Assim, menciona o investimento nos cuidados, quer em matéria de quantidade, quer em de qualidade, para “humanização” das respostas, com maior eficiência.

O anúncio foi feito no hospital de Santarém, onde se investiu um total de cerca de 6,5 milhões de euros – 4,1 milhões em obras e 2,4 milhões em equipamentos – para requalificação da unidade de Bloco Operatório Central e na de Bloco de Partos, com o intuito de melhorar a capacidade de resposta.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.