ANF organiza seminário na Assembleia da República
DATA
19/03/2019 12:07:08
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Jornal Médico
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ANF organiza seminário na Assembleia da República

O seminário “Salvar as Farmácias, Cumprir o SNS” decorre no dia 20 de março, na Assembleia da República. A organização é da Associação Nacional das Farmácias (ANF) e tem o apoio da Assembleia da República.

O evento tem como objetivo promover o debate sobre o contributo da Farmácia para o sistema de saúde e a coesão territorial. O programa inclui uma conferência sobre o tema, a cargo de Miguel Gouveia, professor da Universidade Católica Portuguesa. Prossegue com um painel de debate, com a participação de João Dias (deputado do PCP), António Sales (deputado do PS), Fátima Ramos (deputada do PSD), Jorge Falcato (deputado do BE) e representante do grupo parlamentar do CDS-PP.

Na sessão de abertura vão estar presentes José Matos Rosa (presidente da Comissão de Saúde), Paulo Cleto Duarte (presidente da ANF), João Catarino (secretário de Estado da Valorização do Interior) e Francisco Ramos (secretário de Estado da Saúde). O encerramento está a cargo de Ana Paula Martins (bastonária da Ordem dos Farmacêuticos) e de Jorge Lacão (vice-presidente da Assembleia da República).

Este seminário constitui mais uma etapa na petição nacional “Salvar as Farmácias, Cumprir o SNS”, que arrancou a 11 de fevereiro, Dia Mundial do Doente, e se prolonga até 30 de março. À data de hoje, estima-se que mais de 100 mil cidadãos subscreveram a petição, onde se pode ler que «neste momento, 675 farmácias enfrentam processos de penhora e insolvência, o que corresponde a quase 25% da rede». Os subscritores pedem à Assembleia da República medidas para que o direito à Saúde continue a ser igual em qualquer ponto do território.

 

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.