Congresso Nacional da distribuição farmacêutica em abril
DATA
14/03/2019 15:41:08
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Jornal Médico
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Congresso Nacional da distribuição farmacêutica em abril

O Centro Cultural de Belém acolhe, no próximo dia 4 de abril, o Congresso Nacional da Distribuição Farmacêutica – O elo vital no circuito farmacêutico, organizado pela ADIFA - Associação de Distribuidores Farmacêuticos.

Focado na atividade da Distribuição Farmacêutica de Serviço Completo e no panorama atual da cadeia de distribuição do medicamento e dos demais produtos de saúde, este Congresso apresentará a debate o paradigma atual do setor, numa perspetiva económico-financeira e da sua relevância para a população portuguesa. Debatendo a importância dos distribuidores farmacêuticos de serviço completo, enquanto agentes de saúde pública e detentores de um papel dinamizador na economia nacional, o encontro debruçar-se-á também, em simultâneo, nas novas tendências e oportunidades do setor.

Este evento contará, ainda, com a apresentação pública do estudo “Caracterização e impacto da Distribuição Farmacêutica em Portugal”, que visa transmitir uma visão aprofundada do setor em Portugal, assim como o seu valor acrescentado para todo o circuito do medicamento e sociedade em geral.

“A Distribuição Farmacêutica é o elo vital do circuito do medicamento. Não temos dúvidas de que a Distribuição Farmacêutica de Serviço Completo, sinergicamente com os restantes stakeholders do circuito farmacêutico, desempenha uma atividade essencial para o direito constitucional à saúde, contribuindo para a saúde pública através da disponibilização do medicamento certo, no local certo, no momento certo para o cidadão certo. Este Congresso, que contará com a apresentação de um estudo setorial, pretende relevar o nosso valor acrescentado para o setor farmacêutico e sociedade”, comenta o presidente da direção da ADIFA, Diogo Gouveia.

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
Um ano depois…

Corria o ano de 2020. A Primavera estava a desabrochar e os dias mais quentes e longos convidavam a passeios nos jardins e nos parques, a convívios e desportos ao ar livre. Mas quando ela, de facto, chegou, a vida estava em suspenso e tudo o que era básico e que tínhamos como garantido, tinha fugido. Vimos a Primavera através de vidros, os amigos e familiares pelos ecrãs. As ruas desertas, as mensagens nas varandas, as escolas e parques infantis silenciosos. Faz agora um ano.

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