Portugal é o 4º país que mais gasta com pensões
DATA
24/01/2019 10:08:22
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



Portugal é o 4º país que mais gasta com pensões

Segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal é o quarto país onde a despesa com pensões é maior, representando 13,3% do PIB.

Os gastos sociais públicos nos países da OCDE eram, em média, superiores a 20% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. Em Portugal, a percentagem situava-se acima da média, em 22,6%. Os gastos públicos sociais foram maiores em França (31,2%), na Bélgica (28,9%) e na Dinamarca (28,7%) e menores no México (7,5%), no Chile (10,9%) e na Coreia (11,1%).

Quanto às prestações sociais, os 36 países da OCDE, registaram gastos em média de 12% do PIB, mas em países como Portugal, Itália, Polónia a despesa foi superior a 70%, com destaque para as pensões.

As pensões representam a maior fatia da despesa social nos países da OCDE, correspondendo em média a 8% do PIB, seguido da despesa com saúde, com 5,7.

Portugal está acima da média nas duas áreas, surgindo em quarto lugar no que diz respeito aos gastos com pensões de velhice e de sobrevivência, com um peso de 13,3% do PIB. Apenas a Grécia, Itália e França apresentam uma despesa maior com aposentações, de 16,9%, 16,2% e de 13,9% respetivamente.

Já os gastos com saúde pesam em Portugal 5,9% do PIB, situando-se o país a meio da tabela. França é o país que mais gasta com a saúde (8,8%) seguida pelos Estados Unidos (8,5%).

A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

Mais lidas