Governo autoriza arranque de obras no Hospital de Gaia
DATA
14/08/2018 17:09:45
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Jornal Médico
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Governo autoriza arranque de obras no Hospital de Gaia

O Governo autorizou o arranque da terceira fase de obras no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E), revelou hoje a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia após uma reunião com o Ministério da Saúde.

Em comunicado, a autarquia refere que "com a fase B das obras no terreno, a tutela assumiu a prioridade à terceira fase da obra, autorizando o avanço dos projetos para a execução e financiamento da fase C do novo edifício hospitalar".

"É consensual para o Ministério da Saúde a concretização do Plano de Reestruturação de Instalações, de forma a garantir que, no final da fase B seja possível arrancar imediatamente com a fase seguinte, tendo como quadro temporal da fase C o período 2019-2021", refere a nota.

Em causa está uma das unidades do CHVNG/E, a localizada em Vila Nova de Gaia, equipamento que nas últimas semanas esteve no centro das atenções devido à denúncia de que estavam a ser realizados internamentos em macas no Serviço de Urgência.

A revelação surge após uma reunião entre o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, e a secretária de Estado da Saúde, Rosa Valente de Matos, o presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, o presidente do conselho de administração do hospital de Gaia, António Dias Alves, e o diretor clínico, José Moreira da Silva, representantes da ARS e da ACSS.

"Ficaram boas expectativas relativamente à efetiva melhoria das condições de funcionamento de um espaço que terá melhor e maior oferta na sua capacidade e diferenciação", lê-se na nota camarária.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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