Gripe: epidemia de baixa intensidade e com tendência estável
DATA
02/02/2018 11:30:24
AUTOR
Jornal Médico
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Gripe: epidemia de baixa intensidade e com tendência estável

A atividade gripal em Portugal é considerada de “baixa intensidade” com tendência estável, segundo o Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

No documento divulgado, relativo à última semana, indica-se que a taxa de incidência gripal foi de 48,7 por 100 mil habitantes, quando no boletim divulgado a 25 de janeiro a taxa era de 58,4.

Na última semana de janeiro, de acordo com o boletim, continuaram a ser detetados vírus do tipo B (78% dos casos) e dos subtipos A(H3) e A(H1).

Nas 27 unidades de cuidados intensivos que enviaram informação foram reportados 14 casos de gripe (13 na semana passada).

Na semana passada, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, já dava conta de que os dados sobre a gripe indicavam que o pico já poderia ter sido atingido.

Num comunicado divulgado ontem, a diretora-geral da Saúdeafirmou que a atividade gripal se mantém em níveis epidémicos, mas com baixa intensidade e tendência decrescente.

“Nos cuidados de saúde hospitalares, verificou-se uma estabilidade na procura dos serviços de urgência nesta semana. A proporção de casos com diagnóstico de síndrome gripal mantém-se inferior a 3%”, aponta o comunicado, no qual se afirma também que entre os dias 22 e 28 de janeiro foram internados nos cuidados intensivos 14 doentes, representando 4,5% do total os doentes em cuidados intensivos.

Nos cuidados de saúde primários o número e a proporção de consultas por síndrome gripal “mostram uma tendência decrescente em todo o país”, tendo havido também menos casos de atendimentos por gripe na linha SNS 24 e menos acionamentos registados pelo Instituto Nacional de Emergência Médica.

You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
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No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.