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Aprovada Unidade de Cuidados Paliativos no hospital de Alcobaça
DATA
17/01/2018 15:57:17
AUTOR
Jornal Médico
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Aprovada Unidade de Cuidados Paliativos no hospital de Alcobaça

O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, vai ter a primeira unidade de cuidados paliativos do distrito de Leiria num investimento superior a 472 mil euros, para o qual o Centro Hospitalar de Leiria (CHL) já recebeu aprovação.

A unidade de cuidados paliativos “terá 12 camas e irá permitir colmatar uma grave falta de resposta na região prestando cuidados de saúde num ambiente confortável e tranquilo, garantindo todas as comodidades aos doentes, melhorando a sua qualidade de vida, aliviando o sofrimento e prestando apoio à família”, divulgou hoje o CHL, onde o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira se integra.

A construção desta unidade resulta de uma candidatura do CHL ao Centro 2020, agora validada pela Comissão Diretiva do Programa Operacional Regional do Centro.

O elevado índice de envelhecimento da região – o segundo mais alto a nível nacional, a seguir ao Alentejo – foi um dos fatores para sustentar a necessidade de criação desta unidade, que ficará localizada num concelho com um índice de envelhecimento de 156,6%, o que, segundo o CHL, se reflete no “consequente aumento da prevalência de doenças crónicas”.

A unidade terá um investimento de 472.024,86 euros, com comparticipação de 156.825,00 euros, revelou o CHL.

O CHL viu ainda aprovada a remodelação das instalações de hidroterapia e áreas complementares do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, no Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, no valor de 948.796,92 euros.

Em comunicado, o CHL explicou que a remodelação permitirá disponibilizar, pela primeira vez, instalações de hidroterapia, sendo que até aqui os doentes daquela instituição são obrigados “a deslocarem-se a entidades privadas, com todos os custos sociais e económicos respetivos”.

Citada no mesmo comunicado, a vogal executiva do conselho de administração, Alexandra Borges, refere que os dois projetos “não foram inicialmente aprovados” mas, dada a sua importância para região e para os utentes, acabaram por obter a aprovação.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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