Porto: USF Novo Sentido vai ter novas instalações
DATA
12/07/2017 10:10:44
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Jornal Médico
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Porto: USF Novo Sentido vai ter novas instalações

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte anunciou hoje que a Unidade de Saúde Familiar “Novo Sentido”, a funcionar em “instalações exíguas e de acessibilidade desadequadas”, no Porto, vai ser transferida para novas instalações.

Em comunicado, a ARS-Norte explica que o compromisso financeiro já foi assumido pelo Governo e publicado em Diário da República.

Refere que, com este objetivo, já tinha sido celebrado um protocolo entre a ARS-Norte e a Câmara Municipal do Porto.

O objetivo do acordo era dotar a população de referência (USF “Novo Sentido” e antiga Extensão de Saúde do Ilhéu – com 14 mil utentes, aproximadamente), bem como os profissionais que ali desenvolvem a sua atividade, com “um equipamento que, para além de moderno, humanizado e devidamente equipado, pudesse responder às reais necessidades”.

O protocolo visa também transformar parte das instalações abandonadas da antiga Escola do Básica e Secundária do Cerco e contribuir, assim, para a qualificação da zona oriental da cidade.

O investimento calculado (remodelação do edifício e equipamento) é de cerca de 1.549.574,82 euros, sendo que, deste, 85% vai ser obtido através do Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020) e o restante, do Orçamento Geral do Estado.

De acordo com o projeto aprovado, as futuras instalações vão incluir dois módulos – um de Saúde Familiar (com 9 gabinetes médicos, 3 gabinetes de enfermagem, 2 salas de tratamento, dois gabinetes de vacinas e injetáveis e quatro gabinetes de Saúde Materna/Infantil) e outro que será destinado a Cuidados na Comunidade (com 3 gabinetes médicos, 1 polivalente e 1 de enfermagem).

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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